domingo, 24 de abril de 2011

Sim , quero!!!


Quero conhecer a Colina
Já a avisto ao longe
Quero chegar-me aos teus pés
E contemplar-te a formosura
Quero inebriar-me com tua exuberância

Quero ouvir tua voz meiga me dizer:
- Vem provar do meu mel
Neste momento, como fosse eu, um doce ébrio
Bradarei com voz de trovão
E com voz como a voz de muitas águas, dir-lhe-ei

- Cheguei, minha doce e verde Colina
Estou pronto para ter o Vulcão que trazes adormecido
Arrebenta agora tuas cadeias! Explode-te em mim
Irradia-me com  teu calor, lança-me tua incandescência
Ferve minhas águas que elas sararão o teu fogo

Juntos nos completaremos
Invade minhas águas com teus desejos
Tomarei do teu fervor e dar-te-ei refrigério
Nosso encontro formará uma montanha rochosa
Alta, forte, indestrutível.

...Ah! Quero conhecer-te.  ...E como quero!

Sentir-te


Sonhava poder sentir-te, tocar-te de leve,
por um momento breve,
que ninguém descreve,
que apenas teve quem lá esteve
e sonhava...

Pois quem sonhava anseava,
que a na verdade se torna-se,
e a mente só acreditava,
que juntos em si voasse...

Nossos corpos juntos, em gemidos sem fim,
incumbidos de sorrisos que,
fugiam e gemiam, a partir de mim...

Sente-me, toca-me, delimita o teu sentir,
os dois a coagir, por favor faz-me atingir!
O ponto, onde o amor converge,
onde o a definição de sexo e de amor diverge...

Humm,
Hooo,
Sim,
tu e eu,
até ao fim...

sábado, 23 de abril de 2011

Pega de surpresa


Enfim as férias chegaram! Estava cansada do trabalho, dos desmandos de meu chefe, da rotina e já não via à hora de correr para o sítio de um amigo que havia alugado em busca de isolamento e sossego durante este mês, afinal o lugar ficava a quilômetros de distância da cidade mais próxima e não havia vizinhos a um raio de pelo menos 10 quilômetros. Eu realmente ficaria sozinha e em paz. Pelo menos era o que eu sonhava, não imaginava o que estava por vir.
Sexta-feira, a partir das dezessete horas minhas férias teria início. Eu nem acreditava e a ansiedade era tanta que o relógio parecia se arrastar lentamente.
Ao meio dia devia almoçar com Roberto, o amigo que me alugou o sítio, em um restaurante próximo a empresa que trabalho como secretária. Muito pontual, cheguei no horário combinado, me surpreendendo ao vê-lo já sentado à mesa, parecendo também ansioso. Seus olhos se incendiaram ao me ver entrar. Sou uma morena de corpo bem feito, coxas grossas, bumbum redondo e firme, seios não muito grandes, mas firmes. Tenho olhos amendoados, castanhos e profundos, cabelos lisos e compridos, muito bem cuidados. Neste dia estava com um vestido preto, justo na altura dos joelhos, com um belo decote, que valorizava muito minha silhueta. Os sapatos também pretos de saltos finos e muito altos davam elegância ao andar e os cabelos soltos completavam o visual.
Cheguei à mesa com aquele sorriso de quem está prestes a se sentir livre, beijei Roberto no rosto, ele segurou minhas mãos entre as suas e me disse como eu estava linda. Tive uma sensação de ver algo em seu olhar, mas aquilo só podia ser a ansiedade, eu estava vendo coisas. Conversamos animadamente. Contei dos planos de ficar sozinha no sítio e curtir a natureza em paz, sem horários, sem obrigações e sem ninguém para tirar meu sossego.
Conversamos animadamente durante todo o horário do almoço. Enfim me despedi de Roberto, pegando as chaves. Um sorriso malicioso passou em seu olhar, mas no momento não entendi o que era.
Cinco horas! Nem acreditava! Como o dia parecia ter se arrastado. Sai voando me despedindo de todos. Feliz e animada entrei no carro e dirigi durante horas até avistar o sítio de meu amigo. Ele não havia mentindo. Não era muito grande, mas tinha todo o conforto que um ser humano precisaria. Eu estava muito feliz. Entrei me sentindo uma criança, feliz, livre, como todo o tempo do mundo só para mim.
Preparei algo para comer e resolvi ler um pouco antes de dormir. Antes de terminar a primeira página já estava em sono profundo.
Acordei cedo, a manhã estava quente e resolvi conhecer o local. Sem dúvida era um lugar paradisíaco. Muito verde, uma piscina próximo a casa, e uma estradinha de pedras que terminavam em uma linda cachoeira, não muito longe dali. Como estava só, resolvi me banhar ali mesmo. Tirei minhas roupas e, nua, mergulhei no pequeno lago que se formava embaixo da cascata d`água. O toque da água gelada em meu corpo quente me excitava. Deitei-me em uma das pedras, sentindo o calor do sol em minha pele, e lentamente comecei a deslizar minhas mãos pelo meu corpo. Acariciei meus seios, fui descendo lentamente pela barriga, sentia algo próximo ao toque suave da língua de meu antigo namorado deslizando em minha carne. Estava tão excitada que o simples toque de minhas mãos em minha virilha, quase me fez gozar. Delicadamente abri minhas pernas e quase explodi de tesão ao tocar em meu grelo com a ponta dos dedos gelados. Não conseguia me controlar e os gemidos saíram de minha boca sem que eu pudesse evitar. Aquilo parecia uma loucura, mas estava delicioso, uma sensação indescritível. Gozei alto, os gritos saiam de minha boca como se estivessem presos desde que meu namoro havia terminado há oito meses atrás. Depois que meu corpo se acalmou, voltei à mergulhar e a estranha sensação de alguém me olhando voltou a me perseguir. Ainda meio tonta, me vesti e voltei apressada para casa. O dia passou tranqüilo, a não ser por aquela impressão de alguém me observando, que insistia em me perseguir. Durante a semana, os passeios à cachoeira se repetiram, sempre pela manhã, terminando sempre em uma explosão de gozo e gritos que agora saiam sem escrúpulos nenhum.
Mas, naquela sexta algo diferente aconteceu. Algo que mudou tudo.
Saí pela manhã como fazia todos os dias, mas aquela impressão de ser seguida estava mais forte do que nunca. Ao me banhar, mais uma vez perdi a noção do tempo e do lugar. Foi quando, no momento que fechei meus olhos e comecei a tocar meus seios, senti alguém vendando meus olhos e em uma fração de segundos uma boca máscula e sequiosa colava à minha, enquanto mãos fortes me erguiam no ar, impedindo qualquer tentativa minha de me livrar daquele desconhecido. Então uma voz familiar falou ao meu ouvido o quanto eu estava linda assim, nua, e que depois de uma semana, não agüentava mais apenas me observar. Após alguns segundos reconheci a voz. Era Roberto. Sim, o amigo que havia me alugado o sítio. Tentei sair daqueles braços fortes, mas a cada tentativa ele me apertava ainda mais para si. Implorei para que me deixasse vestir as roupas. Sua voz rouca disse que jamais me largaria. Que há muito tempo morria de tesão por mim, mas que eu nunca percebi e agora era o momento dele me mostrar o que havia perdido até agora.
Dizendo isso, ele me deitou sobre a pedra, com uma das mãos ele prendeu as minhas nas costas e com a outra percorria meu corpo, me provocando um misto de medo e tesão. Sua língua penetrava minha boca, sedenta, tirando meu ar, me deixando tonta. Não conseguia raciocinar e acabei me entregando totalmente. Ele percebeu e sua respiração se tornou mais forte e seu corpo colou ao meu. Foi quando percebi que ele estava completamente nu e que seu membro estava rígido, duro como a pedra na qual ele me deitava. De repente sua mão tocou minha vagina, ele sabia o que me excitava, havia estudado meus movimentos e em poucos minutos estava toda melada. A excitação era tanta que nem percebi que ele havia me soltado e me observava enquanto eu gemia de prazer. Ele soltou a venda de meus olhos e pude ver um sorriso cínico em seus olhos. Aquilo me irritou muito e tentei escapar, mas ele foi mais rápido e me agarrou. Quanto mais eu tentava escapar, mais ele colava seu corpo ao meu e em poucos minutos eu estava entregue novamente.
Ao perceber o quanto me dominava, ele me olhou bem dentro dos olhos e sorriu. Em seguida, senti aquele membro enorme e duro penetrando em mim, de uma só estocada. Não agüentei e gozei no mesmo instante. Um gozo intenso, que fez meu corpo vibrar sob o corpo de Roberto, enquanto os gritos saiam de minha boca sem que tivesse qualquer controle sobre eles. Roberto também não suportou muito tempo e acabou gozando. Jorros de esperma caíram sobre meu corpo.
Ao tomar consciência, uma súbita raiva tomou conta de mim. Como ele, sendo meu amigo, poderia fazer aquilo comigo. Ele sabia o quanto eu queria ficar sozinha. Além de invadir minha privacidade me obrigara a transar com ele. Me obrigara mesmo? Ai, como eu estava confusa. Só queria fugir dali. Aproveitei enquanto ele se recuperava, peguei minhas roupas e saí correndo pelo mato, ainda nua, confusa e chorando.
Antes que chegasse ao primeiro degrau da escada, ele me alcançou. Parecia confuso também. Achou que eu havia gostado. Não entendia por que eu fugira dele. Abraçou-me forte, mas desta vez um abraço terno, carinhoso. Passou as mãos pelos meus cabelos, pegou-me no colo, como quem pega uma criança e me levou para dentro de casa.
Deitou-me na cama delicadamente e disse que sempre fora apaixonado por mim, mas que eu nunca o olhei a não ser como um amigo, o que era verdade. Mas que agora ele tivera a oportunidade de me dar mais que sua amizade, de mostrar seus verdadeiros sentimentos por mim e que não podia desperdiçar. Pediu desculpas e me beijou. Desta vez um beijo doce, apaixonado. Suas mãos mais uma vez deslizaram por meu corpo, mas agora suaves, sem pressa, um toque carinhoso, mas cheio de desejo. Meu correspondia a qualquer movimento de suas mãos. Sua boca tocou delicadamente meus seios e começou a sugá-los, enquanto eu já ficava sem ar novamente. Sua língua circulava entre os bicos dos seios e deslizou por entre eles, passando suavemente pela barriga até chegar a minha vagina. Como se eu não tivesse controle sobre mim, minhas pernas se abriram para receber o toque daquela língua deliciosa, que desenhava círculos em volta de meu clitóris, me levando às nuvens. Em poucos segundos já gozava em sua boca. Eu não me reconhecia mais.
Senti uma necessidade de sentir aquele membro enorme em minha boca e sem parar para pensar comecei a passar a língua lentamente por aquele pau enorme e viril. Minha língua ia lentamente da base até a pontinha fazendo movimentos circulares. Eu podia ver Roberto se contorcendo de prazer, então abocanhei seu pau e comecei a sugá-lo avidamente. Minha língua desenhava movimentos circulares enquanto ele deslizava dentro de minha boca. Ao sentir minha boca úmida e quente engolindo-o com tanta vontade ele não agüentou e gozou violentamente. Seu gozo escorreu por minha garganta, deliciosamente. Mas ainda queríamos mais, então ele me virou de quatro e penetrou em minha vagina com violência. Seu pau ia abrindo caminho, me preenchendo, com uma urgência que nos dominava. As estocadas iam ficando cada vez mais fortes, enquanto aquelas mãos grossas agarravam com força minha bunda e a puxava com violência para si. Eu correspondia gritando e pedindo mais força. Ele estocava forte, o suor escorria por nossos corpos. Durante minutos aquele membro entrava e saia de mim, me enlouquecendo, até que juntos explodimos em um gozo interminável. Ele sorriu para mim e me abraçou.
Eu não tinha mais dúvidas. Já pertencia àquele homem. Não tinha mais volta.
Sem acreditar o ouvi dizendo que me amava muito e que queria que eu o amasse também, e que daquele dia em diante ele seria sempre meu.
Ainda passamos as três semanas de férias que restavam naquele paraíso, juntos. Transávamos todos os dias na cachoeira. Estamos juntos desde então. A cada dia uma novidade e o tesão aumenta cada vez mais.
Nunca imaginei que minhas férias terminariam dessa forma.

A mulher do matuto


Sou o Marcos, tenho 27 anos e passo a repartir com vocês outra foda maravilhosa que aconteceu há uns dois meses atrás, por uma destas coisas da vida. Juntamente com alguns amigos meus, alugamos um sitio em Silva Jardim uma cidade do Rio de Janeiro, para podermos passar alguns momentos legais fazendo aquela farra. Este sítio é de um gringo que só vem umas duas ou três vezes ao Brasil, muito bem montado com todo o conforto necessário sem frescuras, numa área enorme com piscina e cachoeira, onde uma casa de caseiros toma conta da área e permite alugar, para cobrir os custos da manutenção.
Éramos quatro casais, com suas respectivas esposas e eu, como sou solteiro, levei minha namorada a Milena, uma gostosura em seus 22 aninhos. Quando chegamos, fomos recebidos pelos caseiros, Marcelo e Lucimara, ele com uns 30 e poucos anos e ela, uma morena com 19 aninhos. Ambos apesar de serem bem “matutos” eram super simpáticos conosco, sempre prontos a nos ajudar e é claro, ficar vigiando para que nada fosse danificado na casa. A casa dos caseiros ficava nos fundos, numa área um pouco afastada da casa principal, próximo a uma pequena cachoeira nos fundos do terreno.
O clima é claro era de descontração total e a noite, o sexo rolava a solta nos quartos o que fazia com que todos, acordassem muito tarde e depois era farra, churrasco, piscina e mais farra acabando como sempre, em uma sessão interminável de fodas noturnas.
Num dos dias, eu e minha gata acabamos acordando cedo e resolvemos tomar um banho na cachoeira do sítio. O lugar era super legal, e formava uma pequena piscina natural, repleta de pequenos peixinhos. Comecei a brincar de pegar os peixes com a Milena e ela, num movimento mais forte, acabou perdendo o equilíbrio e caindo em meu colo se encaixando em meu pau que logo deu sinal de vida. Começamos a nos beijar com mais empolgação e logo, já estava chupando seus seios (o que ela adora) e forçando meu pau dentro d’água, ao encontro de sua bucetinha. Acabei afastando o seu biquíni, e começamos a transar dentro d’água, acabando por levá-la a uma pedra próxima, para concluir o serviço. Como a Milena era escandalosa mesmo, começou a gemer cada vez mais alto, apesar dos meus pedidos para se conter pois a casa dos caseiros era bem próxima mas ela, descontrolada pelo gozo, nem se importou ainda pedindo, depois de se deitar sobre a pedra, para que eu comesse seu rabinho, o que fiz com o máximo de prazer.
Na semana seguinte, subi na quinta a noite sozinho pois estava de folga no dia seguinte e a Milena viria com um casal amigo meu, pois tinha prova na faculdade. Entrei na casa e resolvi ir tomar um banho e percebi que do basculante do boxe, tinha uma visão total do quarto do caseiro, por ser a casa principal mais alta. Mas o que me chamou a atenção mesmo, foi ver pela janela da casa do caseiro, a Lucimara saindo do banho enrolada numa toalha que, quando foi ao chão, mostrou um corpo bem torneado e apetitoso. Apaguei imediatamente a luz do banheiro e fiquei desfrutando daquela gostosura que andava para lá e para cá, dentro do quarto. Como cheguei e parei o carro do outro lado da casa, pareceu que não tinham percebido a minha presença. Me lembrei que tinha um binóculo pendurado como enfeite na sala e corri para pegá-lo para uma seção de voyeur. Ajustando o foco, percebi melhor as formas daquela tesudinha, um corpo gostoso, seios médios e firmes e uma bundinha apetitosa. Meu pau subiu na hora e passei a bater uma punheta dirigida aquela gostosura que, acabou saindo do meu raio de visão e vindo totalmente a vontade, para estender a toalha na corda da varanda, onde pude perceber em toda plenitude, a gata que estava escondida até então, retornando a casa algum tempo depois, reaparecendo no quarto, já vestida com uma blusa larga cobrindo seu corpo. Tudo que é bom dura pouco, meu cineminha tinha acabado e resolvi acender a luz e tomar meu banho.
Vendo movimento de luzes na casa, o seu Marcelo chegou e me deu as boas vindas, pois não esperava que viesse alguém no meio da semana. Como estava sozinho e já noite, seu Marcelo sugeriu que jantasse com o casal, para que eu não precisasse sair novamente. Acabei aceitando, com o intuito de reparar melhor a sua mulher pois, realmente até aquele momento, não tinha reparado com “outros olhos” a esposa do caseiro. Resolvi levar umas cervejas para descontrair a conversa aliás, a única coisa que tínhamos na geladeira. O jantar foi agradável e no final, fomos para a varanda pois o calor era forte, e começamos a bebericar e jogar conversa fora mas, a todo o instante, ficava fitando a Lucimara despindo-a com a mente. Acabei sabendo que o casal estava junto a menos de dois anos, que ela tinha vindo do interior de Minas para trabalhar numa casa de família e tinha conhecido o Marcelo num forro e resolveram morar juntos pois cuidava do sítio sozinho até então. Percebi em pouco tempo, que o seu Marcelo começou a ficar meio alto e começou a contar vários casos de família e coisas da região e, quando nos demos conta, já era alta hora da madrugada. Notei que a Lucimara pouco falava e parecia não estar gostando nada da bebedeira do marido mas, em nenhum momento, abriu a boca para falar algo.
Voltei para casa para dormir e resolvi dar uma última olhadinha no casal em sua residência. A janela do quarto estava aberta mais não tinha luminosidade alguma e, quando já me preparava para sair da janela do banheiro, vi a luz acender e o casal entrar no quarto e me pareceu que a Lucimara estava brigando com o marido. Vi quando o Marcelo tentou beijar a esposa e esta tentava se soltar do marido que a agarrou e virando-a de costa, começou a passar a mão em seus seios e a bolinar seu corpo. Ele a colocou rudemente de encontro a parede, levantou seu vestido, arriou sua calcinha e começou a penetrar ela de maneira rude e em pouco tempo, percebi que ele gozou largando a esposa e deitando-se na cama. A Lucimara levantou o vestido e depois de algum tempo, ela foi para a varanda e parecia estar chorando, apesar da luminosidade não favorecer a visão.
Acabei me sentindo culpado pela ação do marido pois pensava que ele talvez tivesse percebido meus olhares gulosas para sua esposa e por isso estivesse brigando com ela. No dia seguinte, acordei tarde e resolvi sair para comprar alguns suprimentos e, quando retornei, a Lucimara abriu a porteira do sítio falando que o marido tinha ido a cidade trazer algumas rações para os animais. Ela me ajudou a carregar e colocar as coisas na geladeira e perguntou pelo resto do grupo e se precisava que arrumasse alguma coisa no meu quarto. Percebi que longe do marido, ela se soltava bem mais e a sua beleza despontava com maior vigor. Acabamos papeando na sala e ela me perguntou sobre minha namorada e falei que ela viria mais tarde e, se dirigiu ao meu quarto para uma arrumação rápida. Aproveitei para ir para a piscina aproveitar o sol, pois o tempo estava fechando e uma chuva iria cair. Quando retornei ao quarto para tomar banho, percebi que a gaveta do criado mudo estava meio aberta, exatamente onde tinha colocado algumas camisinhas e umas revistas de sacanagem para apimentar a noite com a minha namorada além de alguns DVDs eróticos. Percebi que a Lucimara tinha folheado as revistas pois tinha colocado as mesmas em cima das camisinhas e quando cheguei, coloquei primeiro as revistas e sobre elas as camisinhas. Pensei logo: a danada estava de olho na sacanagem! Será que ela já fez ou faz alguma! E a mente começou a imaginar um jeito, apesar do risco, de me aproximar dela, pois seu marido parecia boa gente mas, com um par de chifres, homem algum fica igual.
Como esperado, a chuva começou a cair forte e recebi ligação da minha namorada dizendo que o casal que a iria trazer, resolveu pela forte chuva, só ir no dia seguinte de dia e com melhores condições da estrada. Acabei ficando puto da vida pois já estava esperando meter a rola na minha gata nesta noite e ficaria de pau na mão até amanhã mas fazer o que, realmente a chuva era muito forte e a estrada poderia estar perigosa mesmo ainda mais que a estrada que dá no sítio, é um caminho de barro com várias subidas e descidas. Quando já estava pensando no sanduíche de mortadela que teria que fazer para não ficar com fome, eis que a Lucimara surge na porta, toda molhada, com a camiseta grudada no corpo, mostrando os bicos dos seios intumescidos pelo frio, mostrando estar sem sutiã, dizendo que tinha chovido muito na estrada e que o Marcelo tinha ligado e que iria esperar a chuva passar para depois vir mas, tinha pedido para ela ver se estava precisando de algo para a chegada do grupo. Acabei falando que meu pessoal também não viria e falei: - Acabamos ficando os dois presos aqui! Ela falou que muitas vezes, quando a chuva é muito forte, a estrada fica intransitável até parar de chover e que, muitas vezes, já tinha ficado ali sozinha e morrendo de medo. Falei para não se preocupar, se quiser poderia ficar ali na casa, até seu marido voltar. A visão dela toda ensopada era alucinante, pois ela tinha uma beleza simples porém marcante e olhava para ela imaginando aquele corpinho lindo. Ela agradeceu o convite mas falou que iria ficar somente um pouco mais e iria para a sua casa no que perguntei:
- Já sei seu marido é muito ciumento?
Ela ficou pensativa e acabou falando:
- Na realidade seu Marcos ele é um pouco grosso e pode acabar brigando comigo.
- Em primeiro lugar – falei a ela – deixe este negócio de seu Marcos, sou muito novo para tanta formalidade – e percebi um leve sorriso em sua face – Ele briga muito com você?
Percebi que sua fisionomia mudou e seus olhos começaram a marejar e timidamente falou:
- Ele até que é um bom homem mas quando bebe, muda completamente pois fica rude comigo.
- Rude como? Ele já te bateu?
- Não, nunca, é outra coisa...mas deixa pra lá seu....quer dizer, Marcos.
- então ontem eu dei uma baita duma mancada ao levar bebida pra ele.
- Você não tinha como saber!
Percebi que a conversa estava descambando para fatos íntimos do casal e aproveitei a deixa e perguntei:
- Mas você gosta dele né?
Ela ficou algum tempo pensativa, abaixou a cabeça e falou:
- Quando se é pobre e vem do interior, acabamos tendo que ter alguém ao nosso lado para poder sobreviver, pois a vida lá onde eu morava era muito dura. Meus pais tem outros filhos e o pouco que ganham mal dá para eles viverem. Vim para o RJ para poder trabalhar em casa de família, fazendo o papel de babá, aí conheci o Marcelo e ele me fez mal e acabamos ficando juntos pois pensei que estava grávida e não poderia voltar assim para a casa de meus pais, pois eles morreriam de desgosto.
Como as coisas já estavam escancaradas, resolvi contar a ela que tinha visto o que aconteceu ontem depois que saí de sua casa ao que ela falou ruborizada:
- ai, que vergonha seu Marcos!
- Vergonha por que? Eu é que fiquei preocupado com você pois me senti culpado achando que seu marido tinha ficado com ciúme de mim!
- Ciúme por que? – falou surpresa
- Por eu estar deslumbrado com sua beleza e não tirar os olhos de você.
- Eu bela – falou sem graça – não brinque comigo pois não acredito que uma pessoa estudada, da cidade grande, com uma namorada tão linda, possa achar uma caipira bela.
- Desculpe-me, mas ontem te vi quando você saiu do banho e seu corpo me deixou completamente louco. Não tive culpa, a janela estava aberta e sua visão, me deixou totalmente hipnotizado.
Ela percebeu que a conversa estava tomando um rumo que ela não conseguiria controlar e falou que era melhor ir embora no que segurei sua mão que estava trêmula e falei:
- Por favor, não sai assim, não quero que você tenha uma impressão errada de minha pessoa – e trouxe ela mais para perto de mim – você não sabe o tesão que estou sentindo por você.
Joguei todas as fichas neste momento. Sabia que se desse errado, tinha que sair dali correndo, pois se ela contasse para o marido eu seria um homem morto.
- Para Marcos, nós vamos acabar fazendo uma besteira. – e tentou se desvencilhar de mim e sair – mas puxei ela de encontro ao meu corpo e falei:
- Impossível meu amor, estou cheio de tesão por você – e tasquei-lhe um longo beijo – que senti ser correspondido. Ao final do beijo, ela somente falou:
- Isto não podia estar acontecendo....somos dois loucos – e colou a sua boca na minha.
Senti os bicos dos seios intumescidos, mostrando que ela estava cheia de tesão também. Levei a mão até eles e comecei a afagá-los sobre o tecido da camisa, arrancando um suspiro de entrega. Comecei a beijar seu pescoço e senti o arrepio correr em seu corpo, mostrando que ela também estava adorando as carícias mas, quando tentei levantar sua camisa para abocanhar os peitos, ela segurou a camisa e falou:
- Para Marcos, eu vou ficar sem graça.
- Como assim sem graça – falei sem entender
- Não sei fazer como sua namorada faz!
A ficha caiu rápido, a danada tinha ficado espiando a gente quando estávamos fazendo amor na cachoeira.
- Quer dizer que a senhora ficou olhando a gente transando? – falei sorrindo
- E como não olhar, vocês ficaram fazendo um barulhão, nunca pensei que uma transa poderia ser assim. O Marcelo sempre é que faz alguma coisa e nunca se preocupou se eu gozei ou não aliás, nunca pensei que uma transa pudesse demorar tanto pois o Marcelo goza muito rápido e, sempre achei que era assim mesmo. Vim do interior muito nova e minha mãe nunca falou nada de sexo para mim.
- ele nunca te fez gozar?
- Nunca, é claro que já gozei, quando acaba ele vira pro lado e dorme e as vezes, estou com tanto tesão, que acabo tocando uma “siririca” na ducha do banheiro, pois senão não consigo dormir, mas com um pau...nunca.
- Então hoje você vai subir pelas paredes – disse já levando ela para meu quarto – como a chuva não cedia, cheguei a perguntar a ela:
- Será que seu marido não volta?
- Hum, com esta chuva – falou a danadinha – ele deve estar enchendo a cara de cachaça em algum boteco. É sempre assim, quando fica mais tempo que o normal é que está enchendo a cara ou pegando alguma piranha.
Ela chegou no quarto e foi logo em direção a cama e se despindo. Pedi a ela para parar e disse que eu é que iria tirar suas roupas e comecei a beijá-la e lentamente, uma a uma, comecei a tirar suas peças de roupa. Primeiro tirei sua camisa e cai de boca em seus peitos, chupei com gula e força, brincando com cada biquinho deixando ela doida depois, parti para suas costas, enchendo-a de beijos. A cada toque ela falava:
- Ai, Marcos, que gostoso, nunca tinha sentido isto antes.
Agarrei seu shorts e comecei a tirá-lo lentamente, aparecendo uma bunda lisa e gostosa, encoberta com a calcinha que fiz questão de tirá-la nos dentes. Ela gemia loucamente e falava que estava no paraíso e que isto era demais. Quando a última parte de seu shorts passou pelos seus pés, a virei gentilmente e caí de beijos e chupões em sua barriguinha em direção a uma xoxota gostosa e peluda. Caí de boca e comecei a sentir a fêmea que estava em meu poder. Exalava um cheiro forte de tesão reprimido e, quando abocanhei seu grelinho, ela começou a rebolar como uma cobra e falei:
- Quero que você goze...goze muito...e vai começar gozando na minha boca.
Parecia que tinha ligado ela em 220V, pois começou a se mexer com tanto vigor que tinha que fazer força para manter seu grelinho em minha boca. Ela começou a falar que iria gozar e falei pra ela:
- Goza sua gostosa, derrama seu suquinho em minha boca, quero sentir o seu prazer.
E alguns instantes após, ela começou a contorcer o corpo como se tivesse sendo cortada ao meio e comecei a sentir o gosto de seu gozo em minha boca com ela dizendo:
- Estou gozzzzannnnnnnndo! Ai, Ui, como é gostosa sua boca, como é gostoso!!!!!
Pensei até que ela fosse ter um troço, pois vinha um gozo atrás do outro, pois dava para perceber que ela era multi orgasmática e, só após gozar muito, é que ela começou a relaxar ofegante:
- O que você fez comigo, nunca tinha sentido uma gozada tão intensa. Parece que meu corpo está formigando....estou nas nuvens....
Tentei voltar a lamber seu grelinho mais ela pediu para parar pois tava dando choque. Me levantei, tirei a calça e em pé, pedi para ela tirar a cueca, liberar meu pau e cair de boca no instrumento, pois também estava em estado de petição.
Quando ela tirou meu pau, agarrou firmemente e ficou fitando ele algum tempo e depois falou:
- Nossa, é tão diferente do meu marido. O tamanho é quase o mesmo mais a grossura é maior e você tem mais veias salientes e sua cabeça também é mais vermelha....
Falei de imediato para ela:
- Gostosa, não preciso de aula de anatomia, quero que você dê uma chupada nele.
Ela ficou ainda a olhar meu mastro e começou a beijá-lo de maneira tímida e de olhos fechados. Falei para ela abrir os olhos e abocanhar minha verga, que queria sentir a sua boca sugando meu pau. Ela começou a chupar timidamente, e percebia que ela mais lambia que chupava, num movimento mais forte, enfiei meu pau em sua boca e percebi que ela ficou surpresa mais, começou a lamber com mais vontade só me pedindo, para não gozar em sua boca, pois tinha medo. Concordei, mas falei que de uma próxima vez, ela teria que sentir todo o meu leitinho em sua boca ao que ela falou:
- E quem disse que vai ter uma próxima vez!
- Depois de hoje, duvido que você não vás querer sentir minha pica de novo.
Ela chupou por um tempo e depois falei que queria fazer um 69, posição que tive que ensinar pois ela não conhecia. Quando levantei e fui colocar uma camisinha para comê-la, me pediu para ver como coloca, pois nunca tinha transado com camisinha, pois tomava pílula. Encapei o bichão e comecei a pincelar sua buceta, de cima a baixo, passando minha cabeça em seu grelinho. Ela ficou doida e começou a implorar para eu empurrar para dentro e, como também estava prestes a gozar, coloquei a cabeça na porta daquela xoxota gostosa e comecei a penetrar. Ela começou a gemer, sentindo meu mastro adentrando a sua bucetinha que se abria gostosamente para receber meu pau que em pouco tempo, estava todinho dentro dela. Comecei um vai e vem cadenciado cada vez mais bombando forte e a cada estocada ela falava que estava adorando. A coloquei de quatro na borda da cama e enfiei com tudo e, após um tempo, ela começou a gritar:
- Ah! Que delícia, seu pau está me catucando fundo, vou gozar já...já...
E começou a chorar de gozo, enquanto com raiva, enfiava forte e rápido minha pica até que não agüentei e avisei que iria gozar liberando rios de porra contidos em nossa batalha do amor.
Caímos literalmente exaustos na cama, onde deixei minha pica amolecer dentro dela. Ela me beijava e falava que tinha sido demais e nunca imaginou que trepar fosse tão bom assim e agora, sabia bem, que seu marido não era de nada.
- Agora sei por que sua namorada gritava tanto. Sua pica é demais.
Fiquei acariciando seus seios e sentindo seu corpo grudado ao meu. Pedi a ela para segurar minha pica o que fez de bom grado e, após algum tempo para recuperar as forças, já estava novamente de prontidão. Empurrei sua cabeça em direção a minha pica e ela deu uma bela duma lavada em meu mastro, chupando agora com gula, lambendo toda a extensão de minha pica. Não resisti, peguei uma camisinha e a ensinei a colocar em meu pau, coloquei ela de ladinho levantando sua perna o que me deixou com o caminho livre para sua bocetinha gostosa. Ela gemia e gritava enquanto enfiava minha vara nela enquanto apertava e acariciava seus seios e mordia sua orelha. Num movimento que meu pau tinha escorregado para fora de sua xoxota, levei minha pica em direção ao seu cuzinho brincando bem na entradinha, forçando levemente a cabeça de encontro ao seu anelzinho.
- Põem não! Dói muito – falou Lucimara
- Seu marido já comeu o seu rabo – perguntei abertamente
- Sempre que ele chega bêbado ele quer comer meu rabinho e sempre tive muita dor na penetração, pois ele penetra com força. Ele diz que é assim mesmo, que atrás sempre dói mesmo.
- Não é bem assim não. Dói um pouco mas também é lugar que dá muito prazer.
- É uma das coisas que me chamou atenção quando fiquei espionando você transando com sua namorada. Você comeu o cú dela e ela tava adorando, juro que não entendi nada, fiquei pasma de ver, como ela tava feliz levando sua pica no rabo e como agüentava sem sentir dor.
- Sabendo fazer o tesão vai ser enorme – falei puxando o seu rosto na minha direção – Quer experimentar?
- Não sei não. Não consigo nem com a pica do Marcelo que é menor imagine com uma pica grossa destas aí que não vai entrar mesmo.
- Deixa eu tentar – falei já acariciando sua bunda – pode deixar que vou pegar leve.
Ela ficou um tempo pensando e permitiu com a cabeça. A coloquei de quatro e coloquei uma boa quantidade de lubrificante para preparar o terreno. Abri bem a sua bunda e fiquei brincando com meu pau em seu buraquinho. Quando senti que ela tava no ponto, comecei a forçar a cabeça que lentamente entrava em seu cuzinho arrancando caretas de seu semblante. Quando empurrava o pau, ela me pedia para ir com mais calma e deixava seu cuzinho se acostumar com a pressão. Quando se deu conta, já havia enterrado toda a minha pica em seu cuzinho e, passado algum tempo, comecei a bombar em seu rabo. Se doeu não sei, mas que resistiu bravamente isto ela resistiu. Quando senti que estava prestes a gozar, tirei o pau, arranquei a camisinha, a virei e derramei meus jatos de porra em seus peitos para delírio dela, que pelo que percebi, nunca tinha levado leitinho no corpo.
Durante o mês que passei lá, dei inúmeras desculpas para subir com mais freqüência de preferência, sem a minha namorada. Sempre que tínhamos chance, era só o corno sair, que corríamos para fazer amor e até hoje nos falamos quando podemos, pois infelizmente, fica difícil ela poder sair do sítio sozinha e, fico na espera das férias do próximo ano, para renovar esta transa deliciosa.

Grata surpresa


Um dia resolvi ler os contos com minha esposa. E um em especial chamou-nos atenção. Parecia um relato.
Eu e minha mulher, que chamarei de Carla, somos um casal - eu com 32 e ela com 29 anos. Somos profissionais da area de saúde. Tenho o corpo em dia, pênis de bom tamanho e bem grossinho, arrancando sempre suspiros e minha mulher, modéstia de lado, é um avião. Loura, morena de pele, depilação sempre em dia com o laser, cheirosa, cuidada, linda. Não tenho a menor vocação para corno ou submisso. E por isto um conto nos saltou aos olhos. Um especialmente. Parecia um relato muito louco de um casal.
Depois do relato do casal, nós ficamos a vontade para tentar fazer nosso primeiro menage. Já havíamos tentado duas vezes, mas na Hora H, desistimos. E foi mais uma vez e nada.
Minha mulher teve a idéia de contatarmos o casal que havia escrito. Deu um trabalho, mas publica mensagem daqui, escreve ali, pede ajuda a um amigo e em menos de uma semana já estávamos falando por e-mail com o casal e em seguida por telefone.
Falamos com os dois. E marcamos um suco numa loja de sucos no Leblon. Sou paulistano que se apaixonou pelo Rio. O papo com o casal foi fantástico. Parecia que éramos amigos de longa data. Marcamos para fazer algo no domingo. Fomos a praia e depois, muita conversa e fizemos algo novo. Fomos para um motel e transamos juntos. Sem trocas de esposas, mas num clima divertido. As meninas se divertiram, meteram a mão no pau alheio, mas não houve penetração que não fosse com as respectivas esposas. E foi muito legal.
Depois da transa, e passado o efeito do sol e da champanhe, Carla comentou com sua nova amiga sobre um dos contos que eles publicaram. Ela falava de um menage com um cara com um pau com mais de 25 cm.
Eu falei :
-Ah, que isto não existe.Pau de mais de 25 cm!
E para minha surpresa, os dois confirmaram que existia e que ele era amigo deles. Que agora não saía com tanta frequência, estava casadão, mas que ele tinha um pênis de fazer inveja em qualquer ator pornô. E para completar, a Dama de Ouros(apelido que ficou para nossa amiga) ainda fala que o cara é gato.
Num misto de curiosidade e invasão, eles nos mostram o filme que fizeram com o cara. Não apareciam rostos, mas era ela subindo no pau dele. O pau do cara realmente era descomunal. E depois, ainda no telefone, tecnologia 3G, entramos no facebook e vimos o cara. Minha mulher deu uma babada. Fiquei meio puto e enciumado na hora. Mas como não queria estragar o clima, fingi não me preocupar.
Dia seguinte, em casa, fui entrar no facebook e vi que a página do cara - o caralhudo, tinha sido vista. Perguntei na hora para Carla. Ela não mentiu e falou que foi ver as fotos dele. Ver se ele tinha algum amigo em comum, para onde ele tinha viajado, o que ele fazia. Não gostei. Mas ela foi sincera.
Perguntei achando que ouviria um claro que não,se ela tava querendo transar com ele.
Ela respondeu:
- Sim.
Na hora fiquei muito puto. Mas me controlei. Somos fiel um ao outro. Nunca nos chiframos desde que estamos juntos. Temos confiança e transparência.
Pensei se ela sempre topou fazer tudo o que eu pedia, inclusive em 2 dos 3 menages, não rolaram por mim e apenas um foi por ela, eu falei que topava se a gente falasse com ele, mas levasse uma prostituta junto. Achei que ficaria em vantagem tendo esposa, profissional paga e escolhida por mim e eu.
Conseguimos mandar mensagem para ele no facebook e ele respondeu, rindo. E dizendo que deveria lançar um serviço. O cara me deixou leve. Pois no conto/relato de nossos amigos não havia aquela coisa degradante do corno humilhado que sempre me encomoda nos contos de sexo grupal.
Carla falou que havia comentado com o casal amigo e a esposa havia dito que um pau descomunalmente grande, bem usado, provoca um gozo diferente nas mulheres. Que ela garantia isto. Que quem fala diferente é para defender quem não tem. E sinceramente, em toda minha vida, além desta cara, só ouvi um relato de alguém que fosse assim extra ajumentado.
Eu e Carla escolhemos a Garota de Programa que iria junto na nossa festinha. E ela era quase tão bonita quanto minha Carla. Quase. E no book da agência havia outras meninas muito bonitas. O nível da prostituição melhorou muito. Quando eu era mais novo 16-19 anos, estou com 32 anos, as prostitutas eram bem mais feias. Cachê da menina negociado. Data marcada. Expliquei como eu queria, contei para a Garota de Programa que minha mulher não teria coragem de fazer sexo oral em outra mulher e tudo explicadinho.
Aprontamos tudo. Passamos para pegar nosso novo grande amigo e fomos direto para um Motel em Botafogo. Pegamos um quarto simples e uma mega suíte.
Chegando lá, para quebrar o gelo, a Garota de Programa ligou a música e começou a fazer um strip tease. Nosso amigão, foi chegando nela direto. E ela correspondeu. Mas chamou eu e Carla para participarmos.
Aí veio minha supresa. Eu achava que minha mulher iria atacar a pica gigante. Mas como a pica gigante do nosso amigo estava guardada, ela atacou a xoxota da Garota de Programa. Enquanto ia se livrando das suas roupas. Nosso grande amigo jogando as roupas dele no chão e eu fazendo o mesmo.
Minha mulher ali, caindo de boca numa xoxota. Eu nunca pensei que rolaria isto.
Perguntei:
-Tá gostando?
E minha esposa:
-Muito. E continuou.
Não é vidagem ou homosexualismo. Não tem como não reparar na pica do cara. Além de enorme, é grossa.
A Garota de Programa, que está acostumada, ao olhar comentou :
-Você tem que fazer seguro para esta pica, ela vale ouro!!!!!!
-Nunca vi coisa igual.
Elogiou a minha dizendo que era bem grossa. E caiu de boca no nosso novo e enorme amigo.
Eu ia chupando minha mulher que falava que a xoxota dela tinha gosto bom.
Eu excitado demais, segurando gozo.
Nunca chupei minha mulher com tanta vontade. Sugava sua xoxota.
Demos uma organizada na festinha. Coloquei minha mulher de 4 e fui metendo nela. Enquanto ela chupava a GP(Garota de Programa) e a GP chupava o caralhudo. O caralho do cara é descomunal. Queria evitar que minha mulher desse para ele. Achei que iria estragar meu brinquedinho.
A GP gozou na boca de minha mulher. E se levantou. Eu continuava bombando minha mulher. E minha mulher foi deslizando e começou a chupar aquele mastro branco com uma cabeçorra vermelha. Desviei atenção, pois quase broxei. Mas ao ver minha mulher fascinada, punhetando a pica que a mão dela não fechava, continuei comendo.
E a GP voltou e veio por baixo e começou a chupar minha mulher enquanto em metia nela ainda de 4.
Gozei com a GP lambendo meu saco e a xoxota de minha esposinha, que mamava aquele mastro.
Me levantei.Não queria que o pau ficasse desfalecido ali do lado. E nem precisou. O pau já estava duro de novo.
A GP começou a fazer carinho e massagem na minha esposa e tomou o lugar dela na mamação do enorme amigo. E falou:
- O casal ali já gozou. Agora é nossa vez.
-Afinal, vc hoje é meu esposinho. Aliás esposão.
E todo rimos.
E começou um show de trepada na nossa frente.
Se eu tivesse filmado e colocasse na interenet, seria um dos melhores videos.
O cara tem o corpo legal. Cara de gringão. E uma pica que se eu vi igual em filme não era branca. A pica que chegava mais perto da dele é de um ator chamado Lex Steele. Repito que não sou ligado em tamanho e não tenho pau pequeno. Não tenho alma de corno, nem de viado. Nada errado em quem tem, mas não é meu caso.
Eu e minha mulher adorando nossa televisão em 3D vendo aquele casal ali fudendo na nossa frente. Ela se ajeitava e soltava gritinhos, de ui, ai, calma e ia curtindo a pica dele. Pediu um papai e mamãe e quando ele começou a meter forte soltou um urro que todo motel ouviu e praticamente desmaiou.
Pediu um tempinho e ficou ali deitada.
De todos o único que ainda não havia gozado, era ele. E vi que ele olhou para minha esposa. Tentei entretete-la, não queria bancar o bobão que não conseguiu curtir a brincadeira, mas quando vi, minha esposa me pediu para pegar camisinha. Notei que não tinha jeito. Ela não iria ficar só no sexo oral nele.
Entreguei as camisinhas. Dei um beijo na minha mulher e fui para a banheira com a GP. Demos um mergulho antes na piscina e fomos para a banheira.
A Gp me deu um banho de lingua maravilhoso. E meu pau estava duro como rocha. Preferi esquecer que minha esposa estava entrando numa rola gigantesca.
A GP comentou que a pica do cara tinha deixado ela esfoladinha. E me ofereceu o rabinho, que fui comendo e me deliciando. E falava para ela.
-A minha pica é boa ou não é?
- Ela falava, delícia. Perfeita. Grossinha.
Liguei a hidromassagem para não ouvir os berros de minha mulher. Ela é um pouco barulhenta. Mas ela não berrava. Urrava como eu nunca vi. Urrava de eu com v e musica ligada, porta fechada, ar condicionado e eu ainda ouvia o barulho dela urrando e berrando coisas desconexas. Tipo :
-me arromba.
-Fode que nem uma puta
E outras coisas que não é legal de ouvir.
A GP me falou que minha esposa chupa xoxota como uma profissional. E que ela gosta do esporte. Como me confidenciou que em toda sua vida profissional só tinha visto uma coisa daquele tamanho e era de um gringo que não falava inglês direito. E comentou que a pica do cara é para virar ator. Ela falou:
-Se o cara é seu amigo, assina um contrato para empresaria-lo.
-Manda uma foto dele para Brasileirinhas e outras produtoras. Vale uma grana aquela pica.
E insistiu:
-Sua mulher tem a melhor boca de beijar e de me chupar. Eu que teria que pagar por hoje.
Perdi a noção do tempo. Comi um cuzinho na hidromassagem. E voltei vi minha mulher deitadinha, encolhida, coberta e o cara vendo Tv com a perna em cima de minha esposa.
Depois perguntei para ela que me disse ter gozado maravilhosamente umas 4 vezes. E que havia gozado de esguichar. Coisa que nunca tinha acontecido.
-Meu amor, eu gozei que nem a gente vê na internet. Escorreu.
O nosso enorme amigo foi para o banheiro e trouxe a GP de cabelos molhados.
Quando vimos, eu achei que tinha passado uma uma hora e meia, mas já estávamos ali fazia 4 horas. A GP ligou e desmarcou os compromissos. Perguntei se ela estava esfolada. Ela comentou.
-Um pouquinho, mas ainda vou me esfolar mais. Amanhã não trabalho.
Não entendi, mas em seguida a vi subindo e dando para o enorme amigo.
E eles começaram mais um show particular.
Depois ela falou:
-Pica assim é bom. Mas não dá para ter todo dia. É como ir ao Parquinho. Se for todo dia não dá.
Minha mulher na cama falava.
-Foi uma delícia, mas agora chega de pica descomunal. A sua é perfeita. Pica descomunal é bom para a gente ver assim. Comendo as outras.
Perguntei se ela havia gostado. E ela falou baixinho no meu ouvido.
-Amei. Gozei. Mas te amo. Prefiro a sua. Se quiser uma pica assim, a gente compra um vibrador.

O melhor feriado


Sou a Marina, separada, dois filhos, 1,75m, 58 kg, pele clara, cabelos negros e compridos.

Era um feriado de quinta feira, meus filhos haviam viajado com o pai e fiquei sozinha em São Paulo.

Já tinha 3 semanas que estava sem transar e começando a ficar a perigo.

Na quinta feira feriado, fiquei em casa, relaxando o dia inteiro sem maiores perspectivas.

Na sexta, como a empresa que trabalho emandou o feriado, acordei pela manhã, fui a academia, depois passei no salão de beleza para arrumar o cabelo, fazer uma limpeza de pele e me depilar, não deixo ela carequinha, apenas aparo e faço depilação anal, tirando todos os pelinhos e deixando ele bem lisinho e carequinha, sempre preparado.

Almocei perto do salão e fui para casa, na depilação, já estava ficando excitada pois fiquei imaginando eu toda preparada, pronta para qualquer eventualidade.

Cheguei em casa por volta das 13:30, fui tomar um banho para relaxar e tirar todo resquicio da academia e da depilação, como estava sozinha, comecei imaginar como tiraria meu atraso e assim fiquei mais excitada.

Saí do banho e fui ao meu quarto, olhei no espelho e estava me sentindo poderosa, com o cabelo arrumado, o corpo depilado e bem macio pois fiz uma drenagem.

Estava muito excitada me sentindo poderosa e logo comecei a brincar com meu corpo, passando as mãos pelos meus seios que já estavam bicudos pois não saõ muito grandes e tem bicos bem pontudos. Logo deitei na cama e passando a mão pelo meu corpo veio a idéia de pegar meu consolo, que não é muito grande tendo 18 cm. Comecei a passá-lo pelo corpo, colocando na boca e emiginando um de verdade para fazer aquilo, desci ele pelo corpo e comecei a brincar na minha bucetinha, passando ele pelo grelinho, alisando e me deixando arrepiada, introduzi ele bem na entradinha e senti minha bucetinha abrindo, fui enfiando devagar e sentindo ela toda molhadinha, com essa brincadeira e tendo feito depilação no meu rabinho, comecei a sentir vontade de coloc-alo dentro do meu cuzinho, peguei uma camisinha, coloquei nele, passei um pouco de KY e comecei a brincar por trás, enfiei a pontinha e tive vontade de engoli-lo por inteiro, assim o fiz, comecei a enfiar a cabecinha e aos poucos ía introduzindo cada pedacinho, devagar. Já estava me sentindo quente e meu rosto já estava vermelho, estava suando, quando toca a campainha, demorei um pouco para me recompor e fiquei imaginando quem seria, levantei, coloquei um robe e deixei o KY e meu brinquedinho sobre a cama, fui até a porta.

A campainha já tinha tocado umas 3 vezes o que indicava que eu estava demorando um pouco para atender a porta. Antes de abrir a porta, perguntei quem era e ouvi: " É o Claudio ". Claudio é marido de uma amiga do condomio. Abri a porta e ouvi ele dizer: " Oi, vi seu carro na garagem e rosolvi vir aqui entregar o convite do aniversário da Andréa, estou atrapalhando? Vc está meio vermelha ". Meio surpresa, eu respondi, " Não está atrapalhando, imagine, estava apenas fazendo uma faxina de leve em casa pois não trabalho hj, entra, vou fazer um café para gente ". Ele muito educado, disse: " Não quero atrapalhar vc, apenas entregar o convite ". Eu insisti, meio atordoada pela situação: " Entre, não é incomodo nenhum". Ele entrou e sentou na banqueta que tenho na bancada da cozinha. Eu abaixei, de costas para ele, no armário da cozinha, na parte de baixo e instintivamente, abri as pernas para pegar o pote de café, mesmo estando de costas, quando me virei reparei que ele ficou me olhando com uma cara diferente, estava de robe e sem nada por baixo e ele vestia uma calça de moleton e camiseta. Quando vi seu rosto me olhando daquele jeito e eu naquela situação, logo pensei, por que não?

O café estava na cafeteira, no fogo e não percebi que meu robe estava meio aberto, deixando parte dos meus seios a mostra, como estavam excitados, ficavam bem bicudos no decote. O Claudio me disse que a Andréa demoraria pois não emendaram o feriado e ela teve que ir trabalhar, sendo analista de sistemas, nunca tem hora certa para voltar para casa.

O café ficou pronto e preparei as xicaras para servi-lo, quando segurei a xicara para colocar o café, o Claudio segurou a xicara junto comigo, por cima de minha mão, acho que já havia percebido algo no ar pois no estado que eu estava deveria estar dando bandeira. Ele segurou minha mão e olhou para meus olhos, esperando minha reação, Como viu que não tirei sua mão de cima da minha, ele segurou com mais firmeza e começou a me puxar para perto dele, ficamos com os rostos a centimetros de distancia e meu corpo começou a tremer de excitação, ele olhou fundo nos meus olhos e veio chegando perto, devagar e me deu um beijo na boca, sem reação por minha parte, ele começou a intensificar o beijo e acariciar meus cabelos, na nuca e me segurar com mais firmeza, chegou seu corpo para perto do meu e me abraçou juntinho, senti seu pau por baixo da calça, já duro pelo excitação e ficamos nesse esfrega de corpos, ele desceu as mãos pelo meus corpo, abriu meu robe e acariciou meus seios, percebendo que eu não vestia nada por baixo, desceu sua boca e começou a beijá-alos, sempre com muito carinho, também desci minha mão e segurei seu pau por cima da calça, coloquei ele para cima e senti seu tamanho, que não era dos maiores mas dava para realizar uma brincadeira muito boa. Eu o chamei para irmos ao meu quarto e tinha me esquecido das coisas que deixei em cima da cama. Logo que chegamos no quarto ele viu o KY, meu vibrado embalado na camisinha e a embalagem dela. Perguntou se era aquela limpeza que eu fazia na casa e logo respondi que ele chegou na hora certa.

Ele me deu mais um beijo na boca e foi abrindo meu robe, me deixando nua e excitada. Ainda em pé, abaixei sua calça e cueca e vi seu pau, não era muito grande, + ou - do mesmo tamanho do meu consolo mas com uma xapeleta maravilhosa, como havia me abaixado para tirar sua calça, com aquele pau em riste na minha frente, abocanhei ele comecei a beijar a cabecinha, devagar, lambendo em volta e colocando na boca aos poucos, ele começou a tirar a camiseta e eu o deitei na cama, com isso, ele começou a tirar seu tênis e meias e logo depois tirou a calça, ficando nú, deitado em minha cama.

Fui com minha boca na sua e comecei a beijá-lo, sempre acariciando seu pau e ele passando as mãos nos meus seios, comecei a beijar seu pescoço, peitos, barriga, cheguei a virilha e segurei seu pau, olhando bem para ele, coloquei a boca nele e comecei a chupá-lo, devagar, cada pedacinho. assim, comecei a me virar na cama colocando minha bucetinha em seu rosto, dando a entender que também queria ser chupada. Ficamos assim, nos chupando por um bom tempo, sentindo sua lingua na minha bucetinha, toda encharcada pela excitação e com aquele pau cabeçudo na minha boca.

Viramos de posição e fiquei por baixo, ele tirou seu pau da minha boca, abriu minhas pernas e me deixou de frango assado, bem aberta me chupando e enfiando os dedos dentro de minha buceta, começou a deixar seus dedos bem molhados e a passar no meu rego, lambuzando meu cuzinho com meu mel, deixando ele bem molhadinho, sem deixar de me chupar, começou a passar o dedo na entradinha do meu cuzinho e sem minha negativa, percebeu que o caminho estava livre, enfiando a pontinha do dedo no meu rabinho, começou a enfiar a ponta do dedo e cada vez enfiava um pouco mais, me deixando ainda mais excitada, percebi que teria meu primeiro orgasmo em sua boca, segurei sua mão com o dedo dentro do meu cú e meu corpo começou a tremer, ele percebeu que eu iria gozar e intensificou sua chupada e iniciou um vai e vem com seu dedo no meu cú, gozei como louca e dei um gemidos, meu tímidos.

Como ele ainda não havia gozado, desci minha boca em direção do seu pau e comecei a chupá-lo de novo, peguei uma camisinha no criado mudo, coloquei na boca e fui descendo pelo seu pau, colocando a camisinha, louca para sentir aquele pau na minha bucetinha, fui por cima dele e comecei a esfregar a entrada da buceta na pontinha daquela vara dura, fui sentando devagar sentindo cada pedacinho entrando em mim, já estava excitada novamente e começou a entrar com facilidade depois que a xapeleta esta dentro, comecei a rebolar e olhar bem em seus olhos, para ve-lo com cara de excitado, após um tempo cavalgando, ele me virou e veio por cima de mim, dando estocadas rápidas, indo e vindo com aquele pau na minha buceta, me deixando louca e comecei a esfregar meu grelo, antecipando mais um orgasmo pois estava sentindo que ele iria gozar em breve. Com as estocadas mais violentas e as carícias que fazia em mim, comecei a sentir seu pau estufando na minha buceta e senti que ele iria gozar, intinsifiquei as carícias e chegamos ao orgas quase juntos, com or corpos tremendo, depois de gozarmos, ele ainda ficou indo e vindo dentro de mim, devagar até seu pau amolocer. Percebi que se tratava de um homem experiente, que sabia fazer uma mulher gozar e se importava mais conosco do que com ele.

Deitei em seu ombro e fiquei acariciando seu peito, até nos recompormos. Ele começou a me beijar e indagou a loucura que fizemos, eu disse " Não esquenta, nínguem precisa ficar sabendo " e perguntei se ele não gostaria de tomar uma duxa para relaxar. Fomos para o banheiro e comçamos a nos enssaboar, logo percebi que seu pau estava crescendo novamente. Chamei ele para voltar para o quarto.

Começamos a nos beijar em pé e esfregar nos corpos um no outro, seu pau já estava duro novamente e eu ainda excitada. Ele me colocou de quatro na cama e perguntou se tinha outra camisinha, peguei para ele que encapou seu pau e foi se dirigindo para minha buceta, eu de 4 bem empinadinha, começou a colocar devagar e brincar com o dedo na entradinha do meu cuzinho, como o KY estava sobre a cama, ele bezuntou seu dedo e enquanto me fodia devagar, começou a brincar com o dedo no meu buraquinho, me deixando louca. Perguntou assim: " Quero comer seu rabinho, posso? " Respondi que sim, mas devagar.

Ele passou mais KY no seu pau e foi direcionando para meu rabo, abri as nádegas com as mãos para facilitar ele foi introduzinho, deu um pouco de trabalho para aguentar a xapeleta, mas depois que entrou ficou mais fácil aguentar aquele caralho no meu cú. Ele foi enfiando devagar até sentir inteiro dentro de mim, foi amentando as estocadas, indo e vindo até me fuder de deverdade, da maneira que gosto, sendo enrrabada por um caralho maravilhoso, gemendo, rebolando e pedindo mais, mais mais.... Ele fodia meu cú como um mestre, com vigor e carinho ao mesmo temo. Estava sentindo seu pau duro como ferror. Comecei a acariciar meu grelo e acho que ele percebeu que era dessa maneira que eu chegava ao orgasmos, intensificando as estocadas, cheguei a mais um orgasmo, ele percebeu e diminuiu um pouco a intensidade das estocadas, quando eu virei um pouco o rosto para trás e disse: " Quero li dar um presente, goza na minha boca? ". Ele tirou seu pau do meu cú, retirou a camisinha e comecei a xupar, passava a lingua por ele inteiro, enfiava ele na boca e começou a se masturbar enquanto eu xupava, logo percebi que ele iria gozar e pedi: " Goza na minha boquinha, goza". Começou a esguichar os jatos de porrra e eu comecei a sentir aquele leitinho na minha boca. Depois que ele gozou e eu engoli tudo, continuei a chupar, sugando cada gotinha e sentindo aquele pau muxando na minha boca.

Ficamos deitados um pouco, nos recompondo.

Ele disse que foi maravilhoso e gostaria de repetir o feito, disse a ele que não queria compromisso e precisaríamos ser cuidadosos.

Ele se lavou, colocou as roupas, me deu um beijo e foi embora.

Não sei se repetiremos a experiencia novamente mas foi muito boa.

Tentação (Piero Valmart)



Tentação

Não me tente, ó menina,
Com essa beleza divina
Que me mostra, quase nua...
Não me tente, que enlouqueço,
E dos pudores esqueço,
Ante o que me insinua...

Há tempos que a desejo,
Sonho doido com seu beijo,
Sua boca de sedução...
E agora a vejo assim,
Projetar-se sobre mim,
Com tanta provocação...

Se me tenta, desejosa,
Qual uma gata manhosa,
Com tanta desfaçatez,
Vou deitá-la sobre a relva
E qual as feras na selva,
Possuí-la de uma vez!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Nossos cheiros

Nossos Cheiros
 
(Marly Caldas)


Cheiro de macho
No meu corpo entranhou
Ficou
Me excita
E atrás de ti eu vou
E quando nos encontramos
O cheiros se misturam
Pois o meu de fêmea
Contigo também ficou
E esse cheiro nos viciou

Ai que vontade...


Ai! Que vontade!
 
(Marly Caldas)
 
 
Ai! Que vontade!
Sabe de que? Sabe sim!
De ter você aqui!
Perto de mim!
Vontade de tudo!
Vontade de abraçar
beijar e acarinhar!
E outras coisas também que você tanto gosta!
Vontade de estar com sua mão percorrendo todo meu corpo!
Me arrepiando
me dando tesão
me umedecendo!
Vontade de sentir você dentro de mim,
me ocupando
me dominando,
quase me fazendo chorar de prazer!
Vontade de ter você em minha boca
roçando e sugando engulindo seu amor!
Vontade de tantas coisas!
Sentir nossas mãos juntas
nossos rostos colados,
nossa respiração misturada
nossos corpos suados
nossas pernas entrelaçadas
e apertadas...
E por fim aquele enorme gozo que parece não ter fim!
E sempre você dentro de mim!
Ai! Querido!
Vem! Vem depressa!
Pois a vontade é muito grande!
E essa vontade se chama você!!!

domingo, 17 de abril de 2011

Louca de desejo


Bem, sou casada, 28 anos, trabalho, estudo, um filho lindo.. uma vida quase perfeita, não fosse a minha vontade louca de fazer amor... e a do meu marido de dormir...
uma noite dessas, em que não se consegue dormir, o corpo treme de desejo e o parceiro já gozou e capotou... levantei da cama e, num impulso, fui ao telefone e disquei 145, um daqueles números p/ se conversar a toa.... isso devia ser umas 23:45h.... de repente, entrou na linha um cara com a voz linda e me deu o número...liguei!
conversamos até as 2h, demos boas risadas, nos conhecemos, rolou um sentimento e.. fizemos amor....ouvia ele bater p/ mim... foi muito excitante e tb gozei.. senti escorrer...ele disse que gostaria dde me conhecer pessoalmente e eu, louca, permiti.
no dia seguinte, ele ligou, p/meu o celular, e marcou de me buscar na faculdade e, não nos conhecíamos pessoalmente, as descrições poderiam estar erradas, mas ele era realmente lindo, até superou minhas expectativas e eu as dele... ficamos com cara de bobos, pois tínhamos feito amor por tel sem mesmo nos conhecermos, mas começamos a conversar, reparar em detalhes um no outro, nossa respiração começou a ficar ofegante... precisávamos de um lugar p/ ficar a sós urgente... fomos p/ a casa dele, sua mãe estava viajando, mas sua tia fofoqueira estava vigiando a entrada e ele achou melhor não subir...a tia com certeza contaria p/ a namorada dele da minha estada lá... ele é policial, estava num carro com o adesivo, fardado, não poderíamos ir a um motel.... nossos corações batiam a mil, ele dirigindo, me trazendo p/ casa, e nossos corpos gritando por prazer..ele me olhava com um desejo que a muito tempo não era olhada por meu marido, a quem nunca tinha traído, nunca mesmo, mas esse era um momento incrível que eu não gostaria de deixar de viver...ele dirigindo, começou a me tocar.... eu de vestido, não pude, ou não quis impedí-lo de me tocar, pois inconscientemente, tinha me arrumado p/ o nosso encontro. ele levava minha mão ao seu pênis, eretíssimo, por cima da calça, latejando por mim, me pedindo p/ chupá-lo, mas o carro estava em movimento, seria muito arriscado. ele trançava suas mãos 'as minhas, acariciava minhas pernas, quando levantou minha saia e me tocou, eu, me abri, louca de desejo, e ele introduziu seu dedo em minha vagina, encharcada de desejo por aquele desconhecido, louco e lindo, e nos comemos com os olhos, fizemos amor mesmo sem ter feito.... ele me deixou, perto de casa e, na despedida, quis me beijar.. eu recuei, pois tinha o perigo de ser vista por algum conhecido..... ele me olhou com uma carinha de quero mais... e eu, de quero muito mais..rs.. queria muito ter sentido o gosto daquele beijo.
chegando em casa, liguei p/ o seu cel, e conversamos por mais um tempo... nossa respiração ainda estava ofegante, foi um dos momentos de maior tesão da minha vida... ele falou que não faltariam oportunidades.... não queremos ter uma vida em comum... só queremos ser amigos, amigos muito especiais, que se amam, que se desejam, que se completam.... ele irá me buscar outras vezes...quem sabe rolará o que tanto queremos?...rs tomara..rs

domingo, 10 de abril de 2011

UMA FODA COM MEU ALUNO

VOU LHE CONTAR O QUE ACONTECEU COMIGO!! ME CHAMO RENATA TENHO 25 ANOS E SOU PROFESSORA DE MATEMATICA! DESDE QUE ENTREI NESSA ESCOLA PRA DA AULA, PERCEBIA QUE TODOS OS ALUNOS ME "COMIA" COM OS OLHOS, PELO FATO DE TER UM ROSTO BONITO E SER MUITO GOSTOSA!! PASSADOS DOIS ANOS QUE EU ENTREI NESSA ESCOLA TEM UM ALUNO QUE ME CHAMA ATENÇÃO; SEU NOME É LUIS TEM 19 ANOS. ELE É LOIRO, OLHOS CLAROS, +- 1:65 METROS, MAGRO. SEMPRE QUE QUANDO PEDIA OS ALUNOS PRA FAZ EXERCICIO NO QUADRO SEMPRE PEDIA A ELE PARA FAZER! CERTO DIA, DURANTE UMA AULA PRECEBI QUE ELE ESTAVA OLHANDO MUITO PARA MIM, ENTAO LHE PEDI PARA IR ATE O QUADRO PARA FAZER UM EXERCICIO, REPAREI EM SUA BERMUDA QUE SUA PICA ESTAVA DURA QUE NEM UMA PEDRA! DEPOIS DA AULA CHEGUEI ATE A ELE E PERGUNTEI SE O PAU DELE FICOU DURO POR MINHA CAUSA, E ELE RESPONDEU QUE SIM!! ENTAO CHEGUEI DO LADO DELE E FALEI QUE IRIA FAZER UMA SURPRESA A TARDE NA ESCOLA PARA ELE, E NOS MARCAMOS UM HORARIO EM QUE ELE E EU ESTAVAMOS LIVRES! FOMOS ATE UMA SALA QUE NAO ESTAVA SENDO USADA E EU FALEI PARA ELE SE SENTAR QUE EU IRIA DA UMA AULA PARTICULAR PARA ELE; LOGO ELE DESANIMOU!! MAS MAL SABIA O QUE ESTAVA POR VIR. CHEGUEI E COMECEI A DAR A AULA, QUANDO ESCREVIA NO QUADRO DAVA UMAS REBOLADINHAS QUE DAVA PARA APARECER UMA PARTE DA MINHA BUNDA. QUANDO VIREI PERCEBI QUE SUA PICA ESTAVA DURA DENOVO E CHEGUEI DO LADO DELE E DISSE: - DESSE JEITO NAO VAI DA NEH! E ELE FALOU: - EYH PORQUE EU SINTO MUITO TESAO EM VOCE! EU CONTINUEI A PASSAR A MATERIA E ELE ACARICIAVA SEU PENIS. MINHA XOXOTA JAH ESTAVA ENSOPADINHA DE TESAO E MEUS MAMILOS PARECIAM QUE IAM FURAR A CAMISA COLADINHA QUE EU ESTAVA COM ELA, ENTAO EU VIREI E DISSE: - MENINO AGORA VC VAI TER UMA AULA QUE VC NUNCA TEVE ANTES! ELE FICOU SURPRESO! - COMO???? AI EU COMECEI A FAZER UM STRIP PRA ELE E ELE COMECOU A FIKAR LOUCO.. TIREU TODA A ROUPA, FIQUEI SO DE CALCINHA E SUTIA E COMECEI A TIRAR A CAMISA DO MENINO! PEGUEI A MAO DELE E A COLOQUEI EM MEUS PEITOS QUE POR SINAL SAO BEM GRANDES, O MENINO FICOU LOUCO NAO PARAVA DE CHUPA-LO, PARECIA ATE UM BEBEZINHO MAMANO! TIREI SUA BERMUDA E LOGO SUA PICA JAH SAIA DE SUA CUECA DURINHA QUE NEM UM PEDRA!! COMECEI A CHUPA-LA E LOGO O MENINO GOZOU, RAPIDAMENTE SENTI SEUS JATOS DE PORRA EM MINHA GARGANTA. LOGO, ELE TIROU MINHA CALCINHA E COMECOU A LAMBER MINHA XOTINHA TODA ENSOPADINHA E EU GEMIA DE TANTO PRAZER E COM UM DEDO ENFIAVA EM MEU BURAQUINHO APERTADINHO.. ELE NAO AGUENTOU E COMECOU A METER EM MINHA BOCETA COM SUA PICA DELICIOSA!! GEMIA DE TANTO PRAZER QUANDO ELE ANUNCIOU QUE IA GOZAR, GOZAMOS QUASE AO MESMO TEMPO.. DEPOIS EU FALEI PARA ELE QUE QUERIA SER ENRRABADA, LOGO ELE TOPOU!! EU JAH ESTAVA PREPARADA E TROUXE UM CREME PARA FACILITAR A PENETRACAO ELE ENTUPIU MEU CUZINHO DE CREME E ENCOSTOU A CABECINHA NO MEU BURAQUINHO ... ELE FORÇAVA A ENTRADA POR SER O PRIMEIRO HOMEM A ME ENRRABAR E EU REBOLAVA PARA FACILITAR A PENETRACAO.. DEPOIS NOS SE LIMPAMOS E SAIMOS. DEPOIS DISSO TIVEMOS VARIOS ENCONTROS INCLUSIVE COM MAIS rapazes DE SUA IDADE..

SEXO SELVAGEM

Sou casada há mais de dez anos e como todo casal normal, tenho lá meus problemas. Sou Tecnica de Enfermagem . Num determinado dia, um "amigo" bastante íntimo me ligou e disse que gostaria de passar a noite comigo, pois estava se sentindo sozinho, pois estava num período pós separatório e queria companhia.
Num sábado pela manhã, estava fazendo compras com meu marido, quando começamos a brigar e resolvi aceitar o convite desse amigo. Enquanto meu marido pagava as compras no caixa, eu liguei para o meu amigo e disse que o pegaria no serviço, pois ele trabalhava das 16 as 24h. Pois bem, acabei combinando com ele que deveria me ligar as 18h30, se fazendo passar pelo meu chefe e me pedindo para fazer um plantão extra no Hospital em que trabalhava e assim foi feito.
Tomei meu banho, me troquei, colocando minha roupa branca e lá fui eu. Cheguei muito cedo, claro, e meu amigo conseguiu que eu entrasse na empresa para espará-lo, pois num sábado a noite, final de expediente, não tinha muita gente e nem muito o que fazer. Como ele tinha que fazer inspeção de algumas máquinas antes de ir embora, me chamou para acompanhá-lo... Claro que fui ! Nas salas onde entrávamos, ele fazia questão de trancar e me dava beijinhos rápidos na boca ou passava as mãos pelo meu corpo, só para esquentar....
Enfim, chegou a hora de irmos embora. Peguei o carro e fomos em direção à sua casa. Porém, no meio do caminho, ele pediu que parasse o carro numa rua sem movimento e começamos a transar ali mesmo! Me beijava com paixão, com gula, enquanto passava suas mãos no meu corpo inteiro, ía tirando cada peça de roupa com uma rapidez e vontade muito grande. Começamos a fazer sexo selvagem, com muita vontade, muita urgência, pois o tesão estava palpável. Ele me fez gozar três vezes, porém não chegou a gozar e pediu que fôssemos para sua casa terminarmos com mais calma e tranquilidade. Assim o fizemos. Chegando lá, para entrar, há uma escada de mais ou menos 20 degraus e quando chegamos no final dela, já estávamos nus e excitadíssimos! Ele então colocou uma música suave, uma meia luz e continuamos a nos excitar com línguas, mãos , bocas, dedos e palavras ditas baixinhas no ouvido para que o clima ficasse mais gostoso. Enfim, eu perdi a conta de quantas vezes gozei naquele pau maravilhoso, naquela boca gulosa e naqueles dedos hábeis e gostosos.
Ele, por sua vez, gozou três vezes com muita força e vontade, me encharcando com aquela porra deliciosa, gozando em cima de mim e na minha bunda. Quando deu 6h30 da manhã, já exaustos e ainda muito excitados, tive que deixá-lo para ira para casa!
Saindo de sua casa, ainda delirando de prazer, me despedi com um beijo naquela boca deliciosa, eu já dentro do carro e ele do lado de fora, acabou dizendo uma frase que nunca mais vou esquecer, tamanho carinho, audácia e o tom de voz: " Beija direito, mulher!"
E fui para casa como se nada houvesse acontecido! Mas mutio satisfeita!!

MAIS UM CONTO

Costumávamos sempre ir em motéis, e sempre tínhamos que esperar, sabe fim de semana, todo mundo quer dar umazinha .
Dentro do carro, já começavamos as brincadeirinhas..e ele abria sempre a sua calça e pedia pra dar uma chupadinha no seu pau e era muito engraçado, porque ele ficava de olho no cara que comandava as entradas no quarto, o cara ia pra um lado, eu chupava ou pegava na mão , o cara passava perto ele colocava a camiseta pôr cima.
Eu já estava molhadinha pra ele...
Bem , eu adorava vestir lingeries pra ele, no começo tinha vergonha, mas depois fique sem vergonha e também o tamanho da calcinha foi diminuindo
Ele adorava qdo colocava uma preta bem pequenina,que sumia em meu bumbum de 102 cm...
Bem no quarto, eu já estava pronta pra ele e aquele pau duro e quente pra mim.
Ele adorava minha bucetinha , bem raspadinha....
Na cama beijávamos freneticamente e em poucos minutos já estávamos sem roupa.
Ele adorava beijar minha perereca ( nome carinhoso que ele deu) então abria bem a perna pra ele e falava vem logo Bruno e ele começava a beija – la com aquela boca quente, enfiava a língua e sentia meu cheiro, meu sabor, eu me contorcia toda e queria fugir ...
Quando ele voltava a beijar , sentia meu próprio gosto, antes nunca havia sentido...
Me beijando, com meus seios durinhos, ele colocava seus dedinhos maravilhoso no meu clitóris e começava a massagem dos Deuses..
Quando virava a bundinha pra ele , ele já sabia o que queria mais isto eh outro conto erótico.
Ah essas horas , ele já estava em ponto de bala.
Aprendi a fazer sexo oral com ele, e acho que usava muito bem, uso muito bem minha língua quente.
Ele ficava louco, quando eu pedia de quatro, e adorava ver ele enfiando na minha bucetinha de frente pro espelho, ele ficava tão louco que nas ultimas vezes dava ate um tapinha..( mas nessas horas um tampinha não doi ...). Eu ficava descabelada, gritando, gemendo e me transformava na sua putinha, só dele, naquele quarto de motel. Ele enfiava devagar e depois rápido, falava pra ir + rápido , como já estava louco enfiava tudo na minha bucetinha molhada e puxava meu cabelo pra beijar minha boca. Era muito bom
As vezes não agüentava o peso do corpo dele ,ele com 1:76m ou 1:78m e eu com meus 1:63m, caia e ele continuava , eu gemia de prazer, ele ficava o louco com minhas caras que fazia...
Já não aquentávamos mais ele, ia bem forte e gozavamos, meu gemido acordava até os vizinhos de quarto rs... Beijavamos e ficavamos exaustos..Mas Felizes...