domingo, 15 de maio de 2011

AMEI SER ESTUPRADA


Meu marido arranjou um emprego em uma mina, e tivemos que nos mudar para uma pequena cidade, era uma cidadezinha muito bonita porem bem diferente da nossa, ali todas as pessoas se conheciam e a maioria dos homens e mulheres trabalhavam na mina.
Alugamos uma casa muito bonita, é um lindo chalé de madeira, com um grande quintal e muitas árvores frutíferas, no terreno há outra casa, esta pertence aos donos da casa que alugamos.
Depois de instalados, eu fiquei conhecendo nossos senhorios e vizinhos, Marcelo já os conhecia e já os considerava amigos, pois viera na frente, só 45 dias depois eu viera me encontrar com ele.
Era um casal de meia idade, seu Marcelino um homem de 45 anos, alto e muito forte, parecia bem mais jovem que sua esposa, d. Francisca, esta apesar de ainda ser uma bela mulher, parecia mais velha que ele.
Como as casas ficavam um pouco isoladas da cidade, logo eu também fiz amizade com o casal, logo que o Marcelo pegava o ônibus em frente a nossa casa para ir para o trabalho eu ia conversar com d. Francisca e muitas vezes seu Marcelino também estava em casa, pois havia se aposentado muito cedo devido a um acidente com explosivo na mina.
Nos travam como filhos, eram muito carinhosos conosco, porem eu notava olhares do seu Marcelino para minhas pernas, e seios, muitas vezes pensei que eram de censura, por ser uma mulher casada e me vestir daquela maneira.
Não era, descobri isto e de uma maneira um tanto inesperada, um certo dia estava sozinha em casa e vi seu Marcelino cortando lenha no quintal, sai e sentando em um tronco de madeira fiquei conversando com ele, admirava seu tórax, não tinha barriga e tinha um peito largo e cabeludo, não sei o que me deu na cabeça e dando um jeitinho fiquei mostrando boa parte das minhas lindas coxas ao coroa, notava seus olhares de esguelhas, não sei mas acho que ele via minha calcinha.
Fiquei ali conversando um bom tempo, depois entrei em casa e fiquei pensando que não estava agindo de modo correto, eles sempre nos trataram com respeito, e mesmo eu nunca agira assim antes, o que estava acontecendo comigo.
Prometi a mim mesma não fazer mais aquilo, e até mesmo mudar meu modo de vestir e de me comportar.
Era tarde demais, no outro dia, Marcelo sairia muito cedo de casa, uma Kombi veio apanha-lo eram 05:30hs, ainda estava escuro , eu me levantara antes passara um café, pois como ele fuma, gosta muito de um cafezinho, estava na metade do cigarro quando ouvimos o barulho do motor na frente da casa.Marcelo me beijou e saiu.
Não demorou cinco minutos e ouvi batidas na porta dos fundos, pensei só pode ser d. Francisca, todas as manhãs ela me levava o leite, coloquei um roupão pois estava com uma camisola muito curta e sem calcinhas e fui abrir. Ai veio a grande surpresa, não era ela e sim seu Marcelino, tomei um susto, não trazia leite nenhum, eu quis fechar a porta para voltar e me vestir, mas ele não me deu tempo, empurrou a porta com certa violência e entrou.
Olhando-me de cima a baixo, vi que ele não estava normal, seus olhos tinham um brilho diferente, depois do susto consegui falar: o que o senhor deseja? Meu marido não está em casa. Eu não quero nada com seu marido, meu assunto é com você, fique bem quietinha e não se machucará, não tente gritar ou fazer qualquer outra gracinha. Dizendo isto ele se aproximou e me segurou contra o seu corpanzil, eu estava sem fôlego, sabia que ia ser estuprada, não esperava isto daquele homem que sempre fora muito gentil para conosco.
Você acha que pode me provocar e se divertir depois com seu frangote na cama não é? Pois vou te mostrar o que é um homem de verdade. Na cozinha há uma mesa de madeira muito forte, ele me pegou como um brinquedo, me levantou do chão e me colocou sentada na beira da mesa.
Não faça isto, por favor, eu não quero, por favor, quer sim respondeu ele, já abrindo as calças, eu não quis olhar, quando ele viu que eu não usava calcinhas disse: parece até já me esperava safadinha, está pronta.
Separou minhas pernas e levou a mão a minha buceta, ela é pequena e bem inchadinha, eu estou sempre bem depilada, ele gostou. Parece até uma menina, senti a cabeça do pau encostar-se aos grandes lábios, senti que não era do tamanho da do meu marido, ele foi pressionando e aquilo foi entrando, parecia que estava sendo deflorada novamente, gemi alto. Ai está me machucando, pare, por favor pare, sabia que não pararia, ele foi entrando, senti muita dor, ai ele fez com que eu deitasse sobre a mesa ,encolheu minhas pernas e ficou olhando para minha buceta, enquanto ia enfiando o pau que parecia não Ter mais fim, conseguiu enterrar tudo, senti seus pelos na minha buceta, eu estava totalmente preenchida por aquela estaca, dura como um ferro..
Agora vai começar a gostar putinha, relaxe, procure facilitar, goze, goze muito, começou a fazer movimentos, de vai e vem, doía minha buceta, eu não conseguia relaxar, ele continuava entrando e saindo, comecei a ficar molhada o que facilitava um pouco, aos poucos a dor foi desaparecendo e comecei a sentir uma coisa gostosa, não queria demonstrar isto pra ele.
Vamos, estou com muito tesão, mas só paro quando senti que a fiz gozar, vamos colabore, mexe um pouquinho, você sabe como, abri os olhos e vi que ele não tirava os olhos da minha buceta, devia ser uma visão e tanto, tentei mexer mas não consegui, ele tinha um pau e tanto. Não resisti e comecei a gemer, isto putinha está gostando, diga que está, vamos diga, que gosta de um pau grande e grosso.
Fingindo que fazia por medo, eu disse que gostava, que estava bom agora, estava mesmo, eu começara a gostar e muito.
Então pede putinha, pede mais pica vamos pede, eu pedi, não podia fazer outra coisa pedi mesmo. Fode-me fode minha bucetinha seu Marcelino me fode vai, ele acelerou os movimentos, eu já estava bastante lubrificada, não senti mais dor, sentia a cabeça do pau batendo no meu útero, ele começou a acariciar meus seios pequenos e durinhos. Mas uma vez tente mexer e não conseguia, ai ele perguntou se podia gozar dentro de mim, e eu respondi com um certo prazer que sim, eu tomava pílulas, ele acelerou mais ainda as estocadas e de repente eu senti que ia gozar, senti um fogo percorrer todo meu corpo e se dirigir para minha buceta, só consegui gritar ahhhhhhhh estou gozando, neste momento só sentia minha buceta, quando ele retirava o pau até a cabeça eu fazia um esforço tremendo para traze-lo de volta ao fundo novamente, tinha medo que escapasse de dentro de mim, gritei como nunca tinha feito com Marcelo, Tudo eu quero tudo, com força me fode, me fode, ai que gostoso, vi ele atirar o corpo para trás e os quadris para frente entrando mais fundo em minha buceta, senti os primeiros jatos de leite quente bem fundo, foram muitos, ele gemia alto, mexe puta, mexe estou gozando, dá essa buceta gostosa e apertada dá pra mim putinha.
Desta vez sim, eu ouvi canhões navios apitando, fogos de artifícios e muitos sinos badalando, que coisa maravilhosa, nunca gozara tanto na minha vida.
Ele terminou de gozar e ainda ficou dentro de mim, duro como um ferro, pediu para que eu abrisse os olhos e perguntou se gostara, respondi que sim, então ele disse: A partir de agora sempre que tiver uma oportunidade eu quero comer você sua putinha, não se faça de gostosa entendeu? Caso queira ficar viuva muito cedo fale para o seu frangote, estarei esperando prevenido, você é que sabe.
Quando tirou o pau ainda duro da minha buceta, criei coragem e olhei, nossa, como conseguira acomodar aquilo dentro de mim, com certeza tem mais de 20cm e é muito grosso e cheio de veias. Ele vendo meu interesse perguntou, gostou do que está vendo safadinha, o do Marcelo também é assim? Balancei a cabeça timidamente dizendo que não, acho que é a metade, mas não falei nada. Ele se arrumou e saiu, fui ao banheiro com as penas ainda tremulas, tomei uma chuveirada e depois fui me deitar, dormi até tarde sem que ninguém me incomodasse.
Marcelo voltou muito tarde da noite do serviço, pra minha sorte cansado, jantou e foi dormir, sairia muito cedo no outro dia, de modo que não transamos naquela noite, ufa, tinha certeza que ele notaria algo de diferente, eu achava que minha buceta levaria algum tempo para voltar ao normal, se é que voltaria depois de engolir aquela pica descomunal. Na primeira transa que tive com meu marido, ele não notou nada e eu consegui gozar pensando no seu Marcelino, gozei gostoso e fiquei muito feliz por ele não notar nada.
O mais impressionante é que no dia seguinte eu fui à casa dos vizinhos e seu Marcelino estava lá, conversamos durante horas e parecia que nada havia acontecido, d. Francisca é claro de nada sabia, era o que eu pensava, depois tive mais uma grande surpresa.
Ele conversava comigo me olhando nos olhos e com a maior normalidade, Marcelo então que já o tinha como ídolo nunca desconfiou de nada.
Tempos depois sua mãe esteve doente e ele teve que se ausentar por alguns dias, antes de sair pediu ao seu Marcelino que tomasse conta de mim, eu estava presente e fiquei rindo por dentro, pensei, nem precisava pedir.
Durante este período eu passei a dormir na casa deles, e ai aprendi o que faltava sobre sexo, que meu marido nunca me ensinou.

sábado, 14 de maio de 2011

O CIO NO AMANHECER


O Cio no Amanhecer
Emaranhada em meus lençóis mal os meus olhos se abriram e senti que os bicos do meu seio estavam sensíveis ao toque, percebi que estivera sonhando, ou amanheci no cio da minha natureza feminina, busquei sem resposta um corpo masculo do meu lado na cama, mas logo em seguida, recobrei a memória de que sou solteira, o meus movimentos não obedeciam a ânsia de sair da cama, os meus dedos começaram a desenhar as minhas curvas femininas, meus seios fartos desejavam de carícias, eles estavam pedindo chupadas e apertos, tentanvam buscar na memoria uma lembrança do exato momento deles batendo no seu rosto, eles seguem vontade própria, latejavam de desejo de uma língua rápida e ardente, segurei-o com as duas mãos e consegui sugar a seiva do seu biquinhu latejante, minha lingua lambe meus próprios peitos, consegui chupá-los em vai e vem e o desejo só foi aumentando, eu queria mais, muito mais, amanheci no cio, desci minha mão pelas minhas curvas, desenhando com os dedos nos meus pêlos pubianos, descobri ali uma fonte de água cristalina, o clitóris clamava por um pênis voraz, por um membro carnudo e quente metendo nas profundezas do seu ser, meus dedos sem pestanejar começaram a desvendar novos campos desconhecidos, senti o caldo quente do fluxo sanguíneo ecoando sua voz, ao perceber que estava muito mais molhada que o normal olhei em meus dedos que vermelhos de sangue anunciavam a visita inesperada, senti o uni-verso inteiro de prazer dentro de mim, comecei a socar os dedos lentamente no começo e depois fui aumentando ainda mais a velocidade, mas, não estava sendo suficiente ainda, estava atrasada para ir trabalhar, mas queria continuar experimentando, os lençois sujos de sangue me denunciavam, o banhu matinal m chamava, quando a agua quente caiu sobre a minha pele logo pensei que iria apagar o meu fogo, estava enganada, me senti ainda mais ardente ao ver aquela água rosada indo embora de mim, me renovando para a arte do prazeer, me trazendo aqui para iniciar minha jornada de propor prazer na mesma intensidade que o senti, sentei no chão e meus dedos me agrediram suavemente, arrombaram as encostas mais profundas, nada me satisfazendo eu queria mtu mais, me coloquei de pé com o bumbum levantado e comecei a introduzir o chuveirinho de agua fervente dentro do labirinto de desejo, os labios vaginais se comprimiam, as outra mão auxiliava os destinos seguidos pelo ritmo da língua nos seios, ainda estou no cio, e acho que só de contar para vocês estou quase gozando por mil vezes de novo... Me sigam, eu vou mas eu volto... Experiências Reais.

domingo, 24 de abril de 2011

Sim , quero!!!


Quero conhecer a Colina
Já a avisto ao longe
Quero chegar-me aos teus pés
E contemplar-te a formosura
Quero inebriar-me com tua exuberância

Quero ouvir tua voz meiga me dizer:
- Vem provar do meu mel
Neste momento, como fosse eu, um doce ébrio
Bradarei com voz de trovão
E com voz como a voz de muitas águas, dir-lhe-ei

- Cheguei, minha doce e verde Colina
Estou pronto para ter o Vulcão que trazes adormecido
Arrebenta agora tuas cadeias! Explode-te em mim
Irradia-me com  teu calor, lança-me tua incandescência
Ferve minhas águas que elas sararão o teu fogo

Juntos nos completaremos
Invade minhas águas com teus desejos
Tomarei do teu fervor e dar-te-ei refrigério
Nosso encontro formará uma montanha rochosa
Alta, forte, indestrutível.

...Ah! Quero conhecer-te.  ...E como quero!

Sentir-te


Sonhava poder sentir-te, tocar-te de leve,
por um momento breve,
que ninguém descreve,
que apenas teve quem lá esteve
e sonhava...

Pois quem sonhava anseava,
que a na verdade se torna-se,
e a mente só acreditava,
que juntos em si voasse...

Nossos corpos juntos, em gemidos sem fim,
incumbidos de sorrisos que,
fugiam e gemiam, a partir de mim...

Sente-me, toca-me, delimita o teu sentir,
os dois a coagir, por favor faz-me atingir!
O ponto, onde o amor converge,
onde o a definição de sexo e de amor diverge...

Humm,
Hooo,
Sim,
tu e eu,
até ao fim...

sábado, 23 de abril de 2011

Pega de surpresa


Enfim as férias chegaram! Estava cansada do trabalho, dos desmandos de meu chefe, da rotina e já não via à hora de correr para o sítio de um amigo que havia alugado em busca de isolamento e sossego durante este mês, afinal o lugar ficava a quilômetros de distância da cidade mais próxima e não havia vizinhos a um raio de pelo menos 10 quilômetros. Eu realmente ficaria sozinha e em paz. Pelo menos era o que eu sonhava, não imaginava o que estava por vir.
Sexta-feira, a partir das dezessete horas minhas férias teria início. Eu nem acreditava e a ansiedade era tanta que o relógio parecia se arrastar lentamente.
Ao meio dia devia almoçar com Roberto, o amigo que me alugou o sítio, em um restaurante próximo a empresa que trabalho como secretária. Muito pontual, cheguei no horário combinado, me surpreendendo ao vê-lo já sentado à mesa, parecendo também ansioso. Seus olhos se incendiaram ao me ver entrar. Sou uma morena de corpo bem feito, coxas grossas, bumbum redondo e firme, seios não muito grandes, mas firmes. Tenho olhos amendoados, castanhos e profundos, cabelos lisos e compridos, muito bem cuidados. Neste dia estava com um vestido preto, justo na altura dos joelhos, com um belo decote, que valorizava muito minha silhueta. Os sapatos também pretos de saltos finos e muito altos davam elegância ao andar e os cabelos soltos completavam o visual.
Cheguei à mesa com aquele sorriso de quem está prestes a se sentir livre, beijei Roberto no rosto, ele segurou minhas mãos entre as suas e me disse como eu estava linda. Tive uma sensação de ver algo em seu olhar, mas aquilo só podia ser a ansiedade, eu estava vendo coisas. Conversamos animadamente. Contei dos planos de ficar sozinha no sítio e curtir a natureza em paz, sem horários, sem obrigações e sem ninguém para tirar meu sossego.
Conversamos animadamente durante todo o horário do almoço. Enfim me despedi de Roberto, pegando as chaves. Um sorriso malicioso passou em seu olhar, mas no momento não entendi o que era.
Cinco horas! Nem acreditava! Como o dia parecia ter se arrastado. Sai voando me despedindo de todos. Feliz e animada entrei no carro e dirigi durante horas até avistar o sítio de meu amigo. Ele não havia mentindo. Não era muito grande, mas tinha todo o conforto que um ser humano precisaria. Eu estava muito feliz. Entrei me sentindo uma criança, feliz, livre, como todo o tempo do mundo só para mim.
Preparei algo para comer e resolvi ler um pouco antes de dormir. Antes de terminar a primeira página já estava em sono profundo.
Acordei cedo, a manhã estava quente e resolvi conhecer o local. Sem dúvida era um lugar paradisíaco. Muito verde, uma piscina próximo a casa, e uma estradinha de pedras que terminavam em uma linda cachoeira, não muito longe dali. Como estava só, resolvi me banhar ali mesmo. Tirei minhas roupas e, nua, mergulhei no pequeno lago que se formava embaixo da cascata d`água. O toque da água gelada em meu corpo quente me excitava. Deitei-me em uma das pedras, sentindo o calor do sol em minha pele, e lentamente comecei a deslizar minhas mãos pelo meu corpo. Acariciei meus seios, fui descendo lentamente pela barriga, sentia algo próximo ao toque suave da língua de meu antigo namorado deslizando em minha carne. Estava tão excitada que o simples toque de minhas mãos em minha virilha, quase me fez gozar. Delicadamente abri minhas pernas e quase explodi de tesão ao tocar em meu grelo com a ponta dos dedos gelados. Não conseguia me controlar e os gemidos saíram de minha boca sem que eu pudesse evitar. Aquilo parecia uma loucura, mas estava delicioso, uma sensação indescritível. Gozei alto, os gritos saiam de minha boca como se estivessem presos desde que meu namoro havia terminado há oito meses atrás. Depois que meu corpo se acalmou, voltei à mergulhar e a estranha sensação de alguém me olhando voltou a me perseguir. Ainda meio tonta, me vesti e voltei apressada para casa. O dia passou tranqüilo, a não ser por aquela impressão de alguém me observando, que insistia em me perseguir. Durante a semana, os passeios à cachoeira se repetiram, sempre pela manhã, terminando sempre em uma explosão de gozo e gritos que agora saiam sem escrúpulos nenhum.
Mas, naquela sexta algo diferente aconteceu. Algo que mudou tudo.
Saí pela manhã como fazia todos os dias, mas aquela impressão de ser seguida estava mais forte do que nunca. Ao me banhar, mais uma vez perdi a noção do tempo e do lugar. Foi quando, no momento que fechei meus olhos e comecei a tocar meus seios, senti alguém vendando meus olhos e em uma fração de segundos uma boca máscula e sequiosa colava à minha, enquanto mãos fortes me erguiam no ar, impedindo qualquer tentativa minha de me livrar daquele desconhecido. Então uma voz familiar falou ao meu ouvido o quanto eu estava linda assim, nua, e que depois de uma semana, não agüentava mais apenas me observar. Após alguns segundos reconheci a voz. Era Roberto. Sim, o amigo que havia me alugado o sítio. Tentei sair daqueles braços fortes, mas a cada tentativa ele me apertava ainda mais para si. Implorei para que me deixasse vestir as roupas. Sua voz rouca disse que jamais me largaria. Que há muito tempo morria de tesão por mim, mas que eu nunca percebi e agora era o momento dele me mostrar o que havia perdido até agora.
Dizendo isso, ele me deitou sobre a pedra, com uma das mãos ele prendeu as minhas nas costas e com a outra percorria meu corpo, me provocando um misto de medo e tesão. Sua língua penetrava minha boca, sedenta, tirando meu ar, me deixando tonta. Não conseguia raciocinar e acabei me entregando totalmente. Ele percebeu e sua respiração se tornou mais forte e seu corpo colou ao meu. Foi quando percebi que ele estava completamente nu e que seu membro estava rígido, duro como a pedra na qual ele me deitava. De repente sua mão tocou minha vagina, ele sabia o que me excitava, havia estudado meus movimentos e em poucos minutos estava toda melada. A excitação era tanta que nem percebi que ele havia me soltado e me observava enquanto eu gemia de prazer. Ele soltou a venda de meus olhos e pude ver um sorriso cínico em seus olhos. Aquilo me irritou muito e tentei escapar, mas ele foi mais rápido e me agarrou. Quanto mais eu tentava escapar, mais ele colava seu corpo ao meu e em poucos minutos eu estava entregue novamente.
Ao perceber o quanto me dominava, ele me olhou bem dentro dos olhos e sorriu. Em seguida, senti aquele membro enorme e duro penetrando em mim, de uma só estocada. Não agüentei e gozei no mesmo instante. Um gozo intenso, que fez meu corpo vibrar sob o corpo de Roberto, enquanto os gritos saiam de minha boca sem que tivesse qualquer controle sobre eles. Roberto também não suportou muito tempo e acabou gozando. Jorros de esperma caíram sobre meu corpo.
Ao tomar consciência, uma súbita raiva tomou conta de mim. Como ele, sendo meu amigo, poderia fazer aquilo comigo. Ele sabia o quanto eu queria ficar sozinha. Além de invadir minha privacidade me obrigara a transar com ele. Me obrigara mesmo? Ai, como eu estava confusa. Só queria fugir dali. Aproveitei enquanto ele se recuperava, peguei minhas roupas e saí correndo pelo mato, ainda nua, confusa e chorando.
Antes que chegasse ao primeiro degrau da escada, ele me alcançou. Parecia confuso também. Achou que eu havia gostado. Não entendia por que eu fugira dele. Abraçou-me forte, mas desta vez um abraço terno, carinhoso. Passou as mãos pelos meus cabelos, pegou-me no colo, como quem pega uma criança e me levou para dentro de casa.
Deitou-me na cama delicadamente e disse que sempre fora apaixonado por mim, mas que eu nunca o olhei a não ser como um amigo, o que era verdade. Mas que agora ele tivera a oportunidade de me dar mais que sua amizade, de mostrar seus verdadeiros sentimentos por mim e que não podia desperdiçar. Pediu desculpas e me beijou. Desta vez um beijo doce, apaixonado. Suas mãos mais uma vez deslizaram por meu corpo, mas agora suaves, sem pressa, um toque carinhoso, mas cheio de desejo. Meu correspondia a qualquer movimento de suas mãos. Sua boca tocou delicadamente meus seios e começou a sugá-los, enquanto eu já ficava sem ar novamente. Sua língua circulava entre os bicos dos seios e deslizou por entre eles, passando suavemente pela barriga até chegar a minha vagina. Como se eu não tivesse controle sobre mim, minhas pernas se abriram para receber o toque daquela língua deliciosa, que desenhava círculos em volta de meu clitóris, me levando às nuvens. Em poucos segundos já gozava em sua boca. Eu não me reconhecia mais.
Senti uma necessidade de sentir aquele membro enorme em minha boca e sem parar para pensar comecei a passar a língua lentamente por aquele pau enorme e viril. Minha língua ia lentamente da base até a pontinha fazendo movimentos circulares. Eu podia ver Roberto se contorcendo de prazer, então abocanhei seu pau e comecei a sugá-lo avidamente. Minha língua desenhava movimentos circulares enquanto ele deslizava dentro de minha boca. Ao sentir minha boca úmida e quente engolindo-o com tanta vontade ele não agüentou e gozou violentamente. Seu gozo escorreu por minha garganta, deliciosamente. Mas ainda queríamos mais, então ele me virou de quatro e penetrou em minha vagina com violência. Seu pau ia abrindo caminho, me preenchendo, com uma urgência que nos dominava. As estocadas iam ficando cada vez mais fortes, enquanto aquelas mãos grossas agarravam com força minha bunda e a puxava com violência para si. Eu correspondia gritando e pedindo mais força. Ele estocava forte, o suor escorria por nossos corpos. Durante minutos aquele membro entrava e saia de mim, me enlouquecendo, até que juntos explodimos em um gozo interminável. Ele sorriu para mim e me abraçou.
Eu não tinha mais dúvidas. Já pertencia àquele homem. Não tinha mais volta.
Sem acreditar o ouvi dizendo que me amava muito e que queria que eu o amasse também, e que daquele dia em diante ele seria sempre meu.
Ainda passamos as três semanas de férias que restavam naquele paraíso, juntos. Transávamos todos os dias na cachoeira. Estamos juntos desde então. A cada dia uma novidade e o tesão aumenta cada vez mais.
Nunca imaginei que minhas férias terminariam dessa forma.

A mulher do matuto


Sou o Marcos, tenho 27 anos e passo a repartir com vocês outra foda maravilhosa que aconteceu há uns dois meses atrás, por uma destas coisas da vida. Juntamente com alguns amigos meus, alugamos um sitio em Silva Jardim uma cidade do Rio de Janeiro, para podermos passar alguns momentos legais fazendo aquela farra. Este sítio é de um gringo que só vem umas duas ou três vezes ao Brasil, muito bem montado com todo o conforto necessário sem frescuras, numa área enorme com piscina e cachoeira, onde uma casa de caseiros toma conta da área e permite alugar, para cobrir os custos da manutenção.
Éramos quatro casais, com suas respectivas esposas e eu, como sou solteiro, levei minha namorada a Milena, uma gostosura em seus 22 aninhos. Quando chegamos, fomos recebidos pelos caseiros, Marcelo e Lucimara, ele com uns 30 e poucos anos e ela, uma morena com 19 aninhos. Ambos apesar de serem bem “matutos” eram super simpáticos conosco, sempre prontos a nos ajudar e é claro, ficar vigiando para que nada fosse danificado na casa. A casa dos caseiros ficava nos fundos, numa área um pouco afastada da casa principal, próximo a uma pequena cachoeira nos fundos do terreno.
O clima é claro era de descontração total e a noite, o sexo rolava a solta nos quartos o que fazia com que todos, acordassem muito tarde e depois era farra, churrasco, piscina e mais farra acabando como sempre, em uma sessão interminável de fodas noturnas.
Num dos dias, eu e minha gata acabamos acordando cedo e resolvemos tomar um banho na cachoeira do sítio. O lugar era super legal, e formava uma pequena piscina natural, repleta de pequenos peixinhos. Comecei a brincar de pegar os peixes com a Milena e ela, num movimento mais forte, acabou perdendo o equilíbrio e caindo em meu colo se encaixando em meu pau que logo deu sinal de vida. Começamos a nos beijar com mais empolgação e logo, já estava chupando seus seios (o que ela adora) e forçando meu pau dentro d’água, ao encontro de sua bucetinha. Acabei afastando o seu biquíni, e começamos a transar dentro d’água, acabando por levá-la a uma pedra próxima, para concluir o serviço. Como a Milena era escandalosa mesmo, começou a gemer cada vez mais alto, apesar dos meus pedidos para se conter pois a casa dos caseiros era bem próxima mas ela, descontrolada pelo gozo, nem se importou ainda pedindo, depois de se deitar sobre a pedra, para que eu comesse seu rabinho, o que fiz com o máximo de prazer.
Na semana seguinte, subi na quinta a noite sozinho pois estava de folga no dia seguinte e a Milena viria com um casal amigo meu, pois tinha prova na faculdade. Entrei na casa e resolvi ir tomar um banho e percebi que do basculante do boxe, tinha uma visão total do quarto do caseiro, por ser a casa principal mais alta. Mas o que me chamou a atenção mesmo, foi ver pela janela da casa do caseiro, a Lucimara saindo do banho enrolada numa toalha que, quando foi ao chão, mostrou um corpo bem torneado e apetitoso. Apaguei imediatamente a luz do banheiro e fiquei desfrutando daquela gostosura que andava para lá e para cá, dentro do quarto. Como cheguei e parei o carro do outro lado da casa, pareceu que não tinham percebido a minha presença. Me lembrei que tinha um binóculo pendurado como enfeite na sala e corri para pegá-lo para uma seção de voyeur. Ajustando o foco, percebi melhor as formas daquela tesudinha, um corpo gostoso, seios médios e firmes e uma bundinha apetitosa. Meu pau subiu na hora e passei a bater uma punheta dirigida aquela gostosura que, acabou saindo do meu raio de visão e vindo totalmente a vontade, para estender a toalha na corda da varanda, onde pude perceber em toda plenitude, a gata que estava escondida até então, retornando a casa algum tempo depois, reaparecendo no quarto, já vestida com uma blusa larga cobrindo seu corpo. Tudo que é bom dura pouco, meu cineminha tinha acabado e resolvi acender a luz e tomar meu banho.
Vendo movimento de luzes na casa, o seu Marcelo chegou e me deu as boas vindas, pois não esperava que viesse alguém no meio da semana. Como estava sozinho e já noite, seu Marcelo sugeriu que jantasse com o casal, para que eu não precisasse sair novamente. Acabei aceitando, com o intuito de reparar melhor a sua mulher pois, realmente até aquele momento, não tinha reparado com “outros olhos” a esposa do caseiro. Resolvi levar umas cervejas para descontrair a conversa aliás, a única coisa que tínhamos na geladeira. O jantar foi agradável e no final, fomos para a varanda pois o calor era forte, e começamos a bebericar e jogar conversa fora mas, a todo o instante, ficava fitando a Lucimara despindo-a com a mente. Acabei sabendo que o casal estava junto a menos de dois anos, que ela tinha vindo do interior de Minas para trabalhar numa casa de família e tinha conhecido o Marcelo num forro e resolveram morar juntos pois cuidava do sítio sozinho até então. Percebi em pouco tempo, que o seu Marcelo começou a ficar meio alto e começou a contar vários casos de família e coisas da região e, quando nos demos conta, já era alta hora da madrugada. Notei que a Lucimara pouco falava e parecia não estar gostando nada da bebedeira do marido mas, em nenhum momento, abriu a boca para falar algo.
Voltei para casa para dormir e resolvi dar uma última olhadinha no casal em sua residência. A janela do quarto estava aberta mais não tinha luminosidade alguma e, quando já me preparava para sair da janela do banheiro, vi a luz acender e o casal entrar no quarto e me pareceu que a Lucimara estava brigando com o marido. Vi quando o Marcelo tentou beijar a esposa e esta tentava se soltar do marido que a agarrou e virando-a de costa, começou a passar a mão em seus seios e a bolinar seu corpo. Ele a colocou rudemente de encontro a parede, levantou seu vestido, arriou sua calcinha e começou a penetrar ela de maneira rude e em pouco tempo, percebi que ele gozou largando a esposa e deitando-se na cama. A Lucimara levantou o vestido e depois de algum tempo, ela foi para a varanda e parecia estar chorando, apesar da luminosidade não favorecer a visão.
Acabei me sentindo culpado pela ação do marido pois pensava que ele talvez tivesse percebido meus olhares gulosas para sua esposa e por isso estivesse brigando com ela. No dia seguinte, acordei tarde e resolvi sair para comprar alguns suprimentos e, quando retornei, a Lucimara abriu a porteira do sítio falando que o marido tinha ido a cidade trazer algumas rações para os animais. Ela me ajudou a carregar e colocar as coisas na geladeira e perguntou pelo resto do grupo e se precisava que arrumasse alguma coisa no meu quarto. Percebi que longe do marido, ela se soltava bem mais e a sua beleza despontava com maior vigor. Acabamos papeando na sala e ela me perguntou sobre minha namorada e falei que ela viria mais tarde e, se dirigiu ao meu quarto para uma arrumação rápida. Aproveitei para ir para a piscina aproveitar o sol, pois o tempo estava fechando e uma chuva iria cair. Quando retornei ao quarto para tomar banho, percebi que a gaveta do criado mudo estava meio aberta, exatamente onde tinha colocado algumas camisinhas e umas revistas de sacanagem para apimentar a noite com a minha namorada além de alguns DVDs eróticos. Percebi que a Lucimara tinha folheado as revistas pois tinha colocado as mesmas em cima das camisinhas e quando cheguei, coloquei primeiro as revistas e sobre elas as camisinhas. Pensei logo: a danada estava de olho na sacanagem! Será que ela já fez ou faz alguma! E a mente começou a imaginar um jeito, apesar do risco, de me aproximar dela, pois seu marido parecia boa gente mas, com um par de chifres, homem algum fica igual.
Como esperado, a chuva começou a cair forte e recebi ligação da minha namorada dizendo que o casal que a iria trazer, resolveu pela forte chuva, só ir no dia seguinte de dia e com melhores condições da estrada. Acabei ficando puto da vida pois já estava esperando meter a rola na minha gata nesta noite e ficaria de pau na mão até amanhã mas fazer o que, realmente a chuva era muito forte e a estrada poderia estar perigosa mesmo ainda mais que a estrada que dá no sítio, é um caminho de barro com várias subidas e descidas. Quando já estava pensando no sanduíche de mortadela que teria que fazer para não ficar com fome, eis que a Lucimara surge na porta, toda molhada, com a camiseta grudada no corpo, mostrando os bicos dos seios intumescidos pelo frio, mostrando estar sem sutiã, dizendo que tinha chovido muito na estrada e que o Marcelo tinha ligado e que iria esperar a chuva passar para depois vir mas, tinha pedido para ela ver se estava precisando de algo para a chegada do grupo. Acabei falando que meu pessoal também não viria e falei: - Acabamos ficando os dois presos aqui! Ela falou que muitas vezes, quando a chuva é muito forte, a estrada fica intransitável até parar de chover e que, muitas vezes, já tinha ficado ali sozinha e morrendo de medo. Falei para não se preocupar, se quiser poderia ficar ali na casa, até seu marido voltar. A visão dela toda ensopada era alucinante, pois ela tinha uma beleza simples porém marcante e olhava para ela imaginando aquele corpinho lindo. Ela agradeceu o convite mas falou que iria ficar somente um pouco mais e iria para a sua casa no que perguntei:
- Já sei seu marido é muito ciumento?
Ela ficou pensativa e acabou falando:
- Na realidade seu Marcos ele é um pouco grosso e pode acabar brigando comigo.
- Em primeiro lugar – falei a ela – deixe este negócio de seu Marcos, sou muito novo para tanta formalidade – e percebi um leve sorriso em sua face – Ele briga muito com você?
Percebi que sua fisionomia mudou e seus olhos começaram a marejar e timidamente falou:
- Ele até que é um bom homem mas quando bebe, muda completamente pois fica rude comigo.
- Rude como? Ele já te bateu?
- Não, nunca, é outra coisa...mas deixa pra lá seu....quer dizer, Marcos.
- então ontem eu dei uma baita duma mancada ao levar bebida pra ele.
- Você não tinha como saber!
Percebi que a conversa estava descambando para fatos íntimos do casal e aproveitei a deixa e perguntei:
- Mas você gosta dele né?
Ela ficou algum tempo pensativa, abaixou a cabeça e falou:
- Quando se é pobre e vem do interior, acabamos tendo que ter alguém ao nosso lado para poder sobreviver, pois a vida lá onde eu morava era muito dura. Meus pais tem outros filhos e o pouco que ganham mal dá para eles viverem. Vim para o RJ para poder trabalhar em casa de família, fazendo o papel de babá, aí conheci o Marcelo e ele me fez mal e acabamos ficando juntos pois pensei que estava grávida e não poderia voltar assim para a casa de meus pais, pois eles morreriam de desgosto.
Como as coisas já estavam escancaradas, resolvi contar a ela que tinha visto o que aconteceu ontem depois que saí de sua casa ao que ela falou ruborizada:
- ai, que vergonha seu Marcos!
- Vergonha por que? Eu é que fiquei preocupado com você pois me senti culpado achando que seu marido tinha ficado com ciúme de mim!
- Ciúme por que? – falou surpresa
- Por eu estar deslumbrado com sua beleza e não tirar os olhos de você.
- Eu bela – falou sem graça – não brinque comigo pois não acredito que uma pessoa estudada, da cidade grande, com uma namorada tão linda, possa achar uma caipira bela.
- Desculpe-me, mas ontem te vi quando você saiu do banho e seu corpo me deixou completamente louco. Não tive culpa, a janela estava aberta e sua visão, me deixou totalmente hipnotizado.
Ela percebeu que a conversa estava tomando um rumo que ela não conseguiria controlar e falou que era melhor ir embora no que segurei sua mão que estava trêmula e falei:
- Por favor, não sai assim, não quero que você tenha uma impressão errada de minha pessoa – e trouxe ela mais para perto de mim – você não sabe o tesão que estou sentindo por você.
Joguei todas as fichas neste momento. Sabia que se desse errado, tinha que sair dali correndo, pois se ela contasse para o marido eu seria um homem morto.
- Para Marcos, nós vamos acabar fazendo uma besteira. – e tentou se desvencilhar de mim e sair – mas puxei ela de encontro ao meu corpo e falei:
- Impossível meu amor, estou cheio de tesão por você – e tasquei-lhe um longo beijo – que senti ser correspondido. Ao final do beijo, ela somente falou:
- Isto não podia estar acontecendo....somos dois loucos – e colou a sua boca na minha.
Senti os bicos dos seios intumescidos, mostrando que ela estava cheia de tesão também. Levei a mão até eles e comecei a afagá-los sobre o tecido da camisa, arrancando um suspiro de entrega. Comecei a beijar seu pescoço e senti o arrepio correr em seu corpo, mostrando que ela também estava adorando as carícias mas, quando tentei levantar sua camisa para abocanhar os peitos, ela segurou a camisa e falou:
- Para Marcos, eu vou ficar sem graça.
- Como assim sem graça – falei sem entender
- Não sei fazer como sua namorada faz!
A ficha caiu rápido, a danada tinha ficado espiando a gente quando estávamos fazendo amor na cachoeira.
- Quer dizer que a senhora ficou olhando a gente transando? – falei sorrindo
- E como não olhar, vocês ficaram fazendo um barulhão, nunca pensei que uma transa poderia ser assim. O Marcelo sempre é que faz alguma coisa e nunca se preocupou se eu gozei ou não aliás, nunca pensei que uma transa pudesse demorar tanto pois o Marcelo goza muito rápido e, sempre achei que era assim mesmo. Vim do interior muito nova e minha mãe nunca falou nada de sexo para mim.
- ele nunca te fez gozar?
- Nunca, é claro que já gozei, quando acaba ele vira pro lado e dorme e as vezes, estou com tanto tesão, que acabo tocando uma “siririca” na ducha do banheiro, pois senão não consigo dormir, mas com um pau...nunca.
- Então hoje você vai subir pelas paredes – disse já levando ela para meu quarto – como a chuva não cedia, cheguei a perguntar a ela:
- Será que seu marido não volta?
- Hum, com esta chuva – falou a danadinha – ele deve estar enchendo a cara de cachaça em algum boteco. É sempre assim, quando fica mais tempo que o normal é que está enchendo a cara ou pegando alguma piranha.
Ela chegou no quarto e foi logo em direção a cama e se despindo. Pedi a ela para parar e disse que eu é que iria tirar suas roupas e comecei a beijá-la e lentamente, uma a uma, comecei a tirar suas peças de roupa. Primeiro tirei sua camisa e cai de boca em seus peitos, chupei com gula e força, brincando com cada biquinho deixando ela doida depois, parti para suas costas, enchendo-a de beijos. A cada toque ela falava:
- Ai, Marcos, que gostoso, nunca tinha sentido isto antes.
Agarrei seu shorts e comecei a tirá-lo lentamente, aparecendo uma bunda lisa e gostosa, encoberta com a calcinha que fiz questão de tirá-la nos dentes. Ela gemia loucamente e falava que estava no paraíso e que isto era demais. Quando a última parte de seu shorts passou pelos seus pés, a virei gentilmente e caí de beijos e chupões em sua barriguinha em direção a uma xoxota gostosa e peluda. Caí de boca e comecei a sentir a fêmea que estava em meu poder. Exalava um cheiro forte de tesão reprimido e, quando abocanhei seu grelinho, ela começou a rebolar como uma cobra e falei:
- Quero que você goze...goze muito...e vai começar gozando na minha boca.
Parecia que tinha ligado ela em 220V, pois começou a se mexer com tanto vigor que tinha que fazer força para manter seu grelinho em minha boca. Ela começou a falar que iria gozar e falei pra ela:
- Goza sua gostosa, derrama seu suquinho em minha boca, quero sentir o seu prazer.
E alguns instantes após, ela começou a contorcer o corpo como se tivesse sendo cortada ao meio e comecei a sentir o gosto de seu gozo em minha boca com ela dizendo:
- Estou gozzzzannnnnnnndo! Ai, Ui, como é gostosa sua boca, como é gostoso!!!!!
Pensei até que ela fosse ter um troço, pois vinha um gozo atrás do outro, pois dava para perceber que ela era multi orgasmática e, só após gozar muito, é que ela começou a relaxar ofegante:
- O que você fez comigo, nunca tinha sentido uma gozada tão intensa. Parece que meu corpo está formigando....estou nas nuvens....
Tentei voltar a lamber seu grelinho mais ela pediu para parar pois tava dando choque. Me levantei, tirei a calça e em pé, pedi para ela tirar a cueca, liberar meu pau e cair de boca no instrumento, pois também estava em estado de petição.
Quando ela tirou meu pau, agarrou firmemente e ficou fitando ele algum tempo e depois falou:
- Nossa, é tão diferente do meu marido. O tamanho é quase o mesmo mais a grossura é maior e você tem mais veias salientes e sua cabeça também é mais vermelha....
Falei de imediato para ela:
- Gostosa, não preciso de aula de anatomia, quero que você dê uma chupada nele.
Ela ficou ainda a olhar meu mastro e começou a beijá-lo de maneira tímida e de olhos fechados. Falei para ela abrir os olhos e abocanhar minha verga, que queria sentir a sua boca sugando meu pau. Ela começou a chupar timidamente, e percebia que ela mais lambia que chupava, num movimento mais forte, enfiei meu pau em sua boca e percebi que ela ficou surpresa mais, começou a lamber com mais vontade só me pedindo, para não gozar em sua boca, pois tinha medo. Concordei, mas falei que de uma próxima vez, ela teria que sentir todo o meu leitinho em sua boca ao que ela falou:
- E quem disse que vai ter uma próxima vez!
- Depois de hoje, duvido que você não vás querer sentir minha pica de novo.
Ela chupou por um tempo e depois falei que queria fazer um 69, posição que tive que ensinar pois ela não conhecia. Quando levantei e fui colocar uma camisinha para comê-la, me pediu para ver como coloca, pois nunca tinha transado com camisinha, pois tomava pílula. Encapei o bichão e comecei a pincelar sua buceta, de cima a baixo, passando minha cabeça em seu grelinho. Ela ficou doida e começou a implorar para eu empurrar para dentro e, como também estava prestes a gozar, coloquei a cabeça na porta daquela xoxota gostosa e comecei a penetrar. Ela começou a gemer, sentindo meu mastro adentrando a sua bucetinha que se abria gostosamente para receber meu pau que em pouco tempo, estava todinho dentro dela. Comecei um vai e vem cadenciado cada vez mais bombando forte e a cada estocada ela falava que estava adorando. A coloquei de quatro na borda da cama e enfiei com tudo e, após um tempo, ela começou a gritar:
- Ah! Que delícia, seu pau está me catucando fundo, vou gozar já...já...
E começou a chorar de gozo, enquanto com raiva, enfiava forte e rápido minha pica até que não agüentei e avisei que iria gozar liberando rios de porra contidos em nossa batalha do amor.
Caímos literalmente exaustos na cama, onde deixei minha pica amolecer dentro dela. Ela me beijava e falava que tinha sido demais e nunca imaginou que trepar fosse tão bom assim e agora, sabia bem, que seu marido não era de nada.
- Agora sei por que sua namorada gritava tanto. Sua pica é demais.
Fiquei acariciando seus seios e sentindo seu corpo grudado ao meu. Pedi a ela para segurar minha pica o que fez de bom grado e, após algum tempo para recuperar as forças, já estava novamente de prontidão. Empurrei sua cabeça em direção a minha pica e ela deu uma bela duma lavada em meu mastro, chupando agora com gula, lambendo toda a extensão de minha pica. Não resisti, peguei uma camisinha e a ensinei a colocar em meu pau, coloquei ela de ladinho levantando sua perna o que me deixou com o caminho livre para sua bocetinha gostosa. Ela gemia e gritava enquanto enfiava minha vara nela enquanto apertava e acariciava seus seios e mordia sua orelha. Num movimento que meu pau tinha escorregado para fora de sua xoxota, levei minha pica em direção ao seu cuzinho brincando bem na entradinha, forçando levemente a cabeça de encontro ao seu anelzinho.
- Põem não! Dói muito – falou Lucimara
- Seu marido já comeu o seu rabo – perguntei abertamente
- Sempre que ele chega bêbado ele quer comer meu rabinho e sempre tive muita dor na penetração, pois ele penetra com força. Ele diz que é assim mesmo, que atrás sempre dói mesmo.
- Não é bem assim não. Dói um pouco mas também é lugar que dá muito prazer.
- É uma das coisas que me chamou atenção quando fiquei espionando você transando com sua namorada. Você comeu o cú dela e ela tava adorando, juro que não entendi nada, fiquei pasma de ver, como ela tava feliz levando sua pica no rabo e como agüentava sem sentir dor.
- Sabendo fazer o tesão vai ser enorme – falei puxando o seu rosto na minha direção – Quer experimentar?
- Não sei não. Não consigo nem com a pica do Marcelo que é menor imagine com uma pica grossa destas aí que não vai entrar mesmo.
- Deixa eu tentar – falei já acariciando sua bunda – pode deixar que vou pegar leve.
Ela ficou um tempo pensando e permitiu com a cabeça. A coloquei de quatro e coloquei uma boa quantidade de lubrificante para preparar o terreno. Abri bem a sua bunda e fiquei brincando com meu pau em seu buraquinho. Quando senti que ela tava no ponto, comecei a forçar a cabeça que lentamente entrava em seu cuzinho arrancando caretas de seu semblante. Quando empurrava o pau, ela me pedia para ir com mais calma e deixava seu cuzinho se acostumar com a pressão. Quando se deu conta, já havia enterrado toda a minha pica em seu cuzinho e, passado algum tempo, comecei a bombar em seu rabo. Se doeu não sei, mas que resistiu bravamente isto ela resistiu. Quando senti que estava prestes a gozar, tirei o pau, arranquei a camisinha, a virei e derramei meus jatos de porra em seus peitos para delírio dela, que pelo que percebi, nunca tinha levado leitinho no corpo.
Durante o mês que passei lá, dei inúmeras desculpas para subir com mais freqüência de preferência, sem a minha namorada. Sempre que tínhamos chance, era só o corno sair, que corríamos para fazer amor e até hoje nos falamos quando podemos, pois infelizmente, fica difícil ela poder sair do sítio sozinha e, fico na espera das férias do próximo ano, para renovar esta transa deliciosa.